Garotas Modernas : Hermès Garotas Modernas : Hermès
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  • Tudo sobre a Birkin Bag, a bolsa mais icônica da Hermès

    Imagem: Pinterest | Elle Nl

    Como contei aqui para vocês ontem, estou em São Paulo à convite do Iguatemi Florianópolis e da Hermès, marca francesa de produtos de luxo, para participar de uma experiência inesquecível no Iguatemi São Paulo nesta quinta-feira. 
    O convite inclui, entre outras atividades, uma visita guiada e privada à nova exposição no Shopping Iguatemi em SP. Terei a honra de visitar com um grupo pequeno e seleto a exposição "Leather Forever", que conta a história da luxuosa marca que nasceu em Paris fabricando acessórios para equitação. 
     Como toda boa ex-professora universitária, curiosa convicta e blogger fiz minha lição de casa e vou contar tudo que descobri sobre a mais emblemática bolsa da Hermès, a Birkin Bag, antes mesmo de embarcar para esta viagem (este post foi programado). 
    A Birkin Bag, bolsa que se tornou objeto de desejo das fashionistas mundo afora, é uma das mais bem sucedidas criações da Hermès, marca francesa fundada em 1837 quando Thierry Hermès, um especialista em selas para cavalos, abriu uma loja em Paris (que inicialmente se chamava Calèche, nome de um famoso perfume da grife) onde vendia acessórios em couro para montaria e carruagens.
    A Hermès ficou famosa já na primeira metade do século XX por dois ítens icônicos: os lenços de seda com estampas equestres e a bolsa de couro em forma de trapézio, criada em 1935 e batizada de "Kelly" em 1956, em homenagem a princesa de Mônaco, porque ela jamais se separava da sua bolsa Hermès.
    A cor laranja, um grande símbolo da marca, foi adotada quando, em 1940, a Segunda Guerra Mundial fez sumir do estoque a embalagem de cor bege usada até então pela grife, que adotou uma única cor disponível: o laranja. Daí então uma das famosas frases da marca: "os melhores presentes do mundo vêm dentro de uma caixa laranja!"




    Quando Émile-Maurice morreu em 1951, seu genro Robert Dumas assumiu o comando da marca e foi o responsável pela introdução das gravatas, malas de viagens, toalhas de praia e perfumes da Hermès no mercado.
    Hoje a quinta geração da família está no comando da empresa: o atual presidente, Jean-Louis Dumas, é tataraneto do fundador.

    Há diversas versões para a história da criação da Birkin Bag, que ao lado da Kelly Bag e dos lenços de seda se tornou um grande ícone da Hermès. Uma das versões, contada pela escritora Dana Thomas em seu livro Deluxe: How Luxury Lost Its Luster, diz que a cantora Jane Birkin sentou-se próxima ao CEO da Hermès, Jean-Louis Dumas, num vôo entre Paris e Londres em 1984, quando ela abriu sua agenda Hermès e várias anotações caíram no chão. Dumas teria levado sua agenda e a devolvido depois de algum tempo, com um bolso costurado na parte de trás (que se tornou padrão). Birkin conversou com Dumas sobre sua dificuldade em encontrar uma bolsa de couro espaçosa e descreveu o seu ideal. Pouco depois, o modelo que ela descreveu chegou a seu apartamento com um bilhete de Jean-Louis Dumas. Jane Birkin declarou certa vez que a fama da bolsa tinha ultrapassado a sua própria: "Agora, quando minha filha (a atriz Charlotte Gainsbourg) vai para a América, eles perguntam-lhe se ela é a filha da bolsa." 

    A top brasileira Alessandra Ambrósio com a sua Birkin & short jeans

    Nos últimos anos a bolsa ficou cada vez mais conhecida (e desejada) por causa do grande número de celebridades que a usam (dizem que Victoria Beckham tem uma coleção com mais de 100 Birkins em diferentes cores e tipos de couros).
    Na quarta temporada do seriado Sex and the City a personagem Samantha briga com Lucy Liu (interpretando ela mesma) por comprar uma Birkin Bag em seu nome, fingindo que a bolsa era para a atriz (e por isto "furando a fila"). 
    Uma curiosidade extra e dica de livro sobre a mítica em torno das bolsas Birkin: o americano Michael Tonello, comprava e vendia produtos no eBay e ficou sabendo da saga desesperada de muitas mulheres atrás de uma Birkin para chamar de sua. Ele conseguiu driblar a tal "lista" ao descobrir uma tática: ia numa loja Hermès, pedia vários outros ítens no valor de cerca de US$ 2 mil a US$ 3 mil, e só perguntava se a loja tinha alguma Birkin na hora de pagar. Voilá, num piscar de olhos a cobiçada bolsa aparecia, bolsa esta que era revendida bem mais cara para suas clientes loucas em conseguir uma. Ele fez este "esquema" durante alguns meses, até que a Hermès descobriu e ele se tornou persona non grata nas lojas da grife. A história se tornou livro Bringing Home the Birkin (Levando a Birkin para Casa), que no Brasil foi publicado com o título Como Entrei na Lista Negra da Hermès. Eu baixei o livro no meu Kindle na segunda-feira e li numa tacada só, é muito divertido e interessante.
    A Hermès tem 7 modelos, inclusive o segundo e o terceiro lugares, no ranking das bolsas mais caras do mundo em 2018:  a Hermès Kelly Rose Gold, que custa US$ 2 milhões e a Birkin Hermès por Ginza Tanaka, por US $1,4 milhão. Só perde para uma clutch completamente coberta de diamantes, a Mouawad 1001 Nights Diamond que custa US$3,8 milhões.
    Fique de olho no Instagram do Garotas Modernas, pois contarei tudinho da minha viagem por lá!

    Exposição Leather Forever: fui convidada pela Hermès e o Iguatemi para esta experiência inesquecível



    Imagem: Hermès

    Hoje estou indo para São Paulo à convite do Iguatemi Florianópolis e da Hermèsmarca francesa de produtos de luxo, para participar de uma experiência inesquecível no Iguatemi São Paulo nesta quinta-feira.
    Fique de olho no Instagram do Garotas Modernas, pois contarei tudinho por lá!
    O convite inclui, entre outras atividades como um brunch e um almoço no Restaurante Piselli, uma visita guiada e privada à nova exposição no Shopping Iguatemi em SP. 
    Terei a honra de visitar com um grupo pequeno e seleto a exposição  “Leather Forever", que já passou por Hong Kong, Roma, Londres, Xangai, Madri e outras grandes capitais por todo mundo.
    A Exposição Leather Forever enaltece o know-how da maison francesa em seu trabalho com o couro, que foi o primeiro material utilizado pela marca em sua fundação, em 1837. São oito salas que mostram um mix de itens históricos da mítica Hermès com outras peças mais atuais, como as desejadas bolsas Birkin. 
    Na Hermès, o couro sempre foi mais do que um simples material. É um mundo, um idioma que fala e inspira os cinco sentidos”, explicou em entrevista Pierre-Alexis Dumas, diretor artístico da marca fundada por Thierry Hermès, em Paris, em 1837. “Nossa casa nunca afirmará tê-lo dominado completamente, mas sempre se orgulhará de ter estudado suas lições. Foi através da manipulação dos melhores couros que seis gerações aprenderam e passaram adiante os valores que inspiram nosso dinamismo: apego à qualidade, perfeccionismo, respeito pelo tempo e entusiasmo criativo.”
    A exposição fica aberta para visitação até dia 22/04, , de segunda-feira a domingo, das 12h às 19h e tem entrada gratuita!
    Estou ansiosa para ver tudo com meus próprios olhos e contar para vocês!

    Desejo do ano: Apple Watch da Hermès

    com a maravilhosa pulseira dupla Double Tour
    modelo Single Tour
    modelo Manchette
     Imagens: Apple | Hermès

    Quando estive em Nova York em junho  experimentei o Apple Watch e fiquei louca para comprar, mas como a primeira verão do relógio tinha alguns problemas técnicos sobre as quais as pessoas reclamavam, resolvi esperar as novas edições.
    E eis que a francesa Hermés criou 3 versões deluxe que é uma verdadeira tentação para os Applemaníacos como eu. O mais "simples", com pulseira de 1 volta, custará US$1.100,00 e eles chegou nas lojas agora em outubro.
    Fiquei louca com o modelo de duas voltas, que tem a pulseira nas cores  fauve, étain, capucine e bleu jean.
    O lançamento surpreendeu também pelo ineditismo de 2 labels de tanto peso assim se unirem em um único produto. Genial!!!

    De que adianta o Brasil ser o país da Copa e ser o país da corrupção? Sobre bolsas Birkin e dinheiro público desviado

     Imagem: Instagram

    De que adianta o Brasil ser o país da Copa e ser o país da corrupção?
    Ser Penta e ter políticos e seus "amigos empreiteiros" escondendo dinheiro roubado do povo nas cuecas?
    Ter a sorte de se nascer num lugar lindo e cheio de riquezas e nossas crianças ainda morrerem na miséria?
    Viver numa democracia onde todos podem votar, mas ter uma classe política (ou grande parte dela) que só pensa em enriquecer?
    O que vimos ontem pela TV, nas ruas ou nas redes sociais foi realmente o eco daquela música do Legião Urbana, de que tanto gosto (que curiosamente tenho ouvido sem parar no meu carro nas últimas semanas, de um CD antigo que resgatei na gaveta estes dias) - Geração Coca-Cola:
    Quando nascemos fomos programados
    A receber o que vocês
    Nos empurraram com os enlatados
    Dos U.S.A., de nove as seis.
    Desde pequenos nós comemos lixo
    Comercial e industrial
    Mas agora chegou nossa vez
    Vamos cuspir de volta o lixo em cima de vocês
    Somos os filhos da revolução
    Somos burgueses sem religião
    Somos o futuro da nação
    Geração Coca-Cola
    Depois de 20 anos na escola
    Não é difícil aprender
    Todas as manhas do seu jogo sujo
    Não é assim que tem que ser
    Vamos fazer nosso dever de casa
    E aí então vocês vão ver
    Suas crianças derrubando reis
    Fazer comédia no cinema com as suas leis
    Somos os filhos da revolução
    Somos burgueses sem religião
    Somos o futuro da nação
    Geração Coca-Cola

    Mas apesar de ter ficado emocionada com a manifestação popular em muitas cidades, ao acompanhar tudo pelas redes sociais me incomodou ver que gente entre os muito, muito ricos do Brasil se manifestou de forma favorável ao movimento do povo, mas no entanto "curiosamente" vários deles esquecem que a roubalheira de TODOS os políticos, inclusive daqueles que são familiares, amigos ou afiliados do mesmo Partido deve ser combatida!
    Quem enriqueceu por causa da corrupção (ou tem pai, marido, irmão, nesta situação, não importa) deveria ter vergonha, muita vergonha. Deveria ter ficado em casa e não ter postado coisas como "#ogiganteacordou" na Internet.
    O dinheiro roubado do povo e que financia uma festa de casamento nababesca ou uma coleção de Birkins e Classic Flaps literalmente MATA crianças de fome.
    Não adianta protestar só contra o político corrupto que não é seu amigo, parente ou é de outro Partido. Me desculpem a franqueza, mas se meu pai fosse um político notoriamente corrupto (daqueles que já foram flagrados com pacotes de dinheiro ou contas em paraísos fiscais), eu teria muita vergonha de carregar seu sobrenome. 
    Se ganhasse uma bolsa de 4 mil Euros de presente deste político corrupto (seja pai, ou marido, ou irmão, não importa) eu teria muita, muita VERGONHA de usar o acessório. Jamais postaria uma foto dele no Instagram. 
    Quantos leitos hospitalares decentes deixam de existir por causa destes 12 mil reais roubados dos cofres públicos? Quantas merendas escolares não são oferecidas para crianças cuja esta é a única refeição do dia? Quantos buracos nas estradas (e aí na sua rua) existem por causa deste roubo?
    Roubo sim... Quase um latrocínio, pois certamente o dinheiro desviado pela corrupção causa mortes, muitas e muitas mortes em nosso país, ceifando as vidas exatamente de quem mais precisa de ajuda: as crianças, os pobres, os que muitas vezes jamais comeram um prato de comida decente nos seus dias feitos de labuta e sofrimento.
    Ou você é honesto, ou não é. Não existe "meia honestidade".
    Como esta gente pode desfilar com seus Louboutins e esquecer a miséria que está por todos os cantos? Estes brasileiros estão por aí, sentindo fome ou subsistindo, apesar da bolsa família e todos os programas sociais que tentam mascarar a pobreza, mas não evitam que os miseráveis fiquem cada vez mais miseráveis, sobrevivendo de migalhas, tratados como pessoas invisíveis, como se fossem seres humanos de "segunda classe"
    Uma vez escrevi aqui que acho horrível a expressão "bem nascida", que significa "nascida em berço de ouro". Quero ver um país de gente bem educada, humana, ética. Onde todo mundo tenha o direito de ser "bem nascido" (como sinônimo de ter um começo de vida digno), de ser bem criado, de ter um futuro.
    Não sou contra o dinheiro e tudo de bom que ele pode comprar: adoro um shopping e não acho pecado ter uma vida confortável ou ser rico! Mas fui ensinada pelos meus pais que o dinheiro só deve vir através do trabalho honesto (ou no máximo se você ganhar na loteria). Fui ensinada a estudar, estudar, estudar (e estudar mais), para "ser alguém na vida". E com os exemplos dos meus pais aprendi que não se rouba sequer uma moedinha de outra pessoa...
    Como minha amiga Mari Siebert disse no Insta ontem, não sei como alguém pode colocar a cabeça no travesseiro e dormir sabendo que seus luxos significam mais pobreza para muitos, pois sua vida confortável foi financiada pelo dinheiro dos impostos pagos por todos nós, que deveriam ser usados para o bem comum e que foram desviados dos cofres públicos.
    Se você, garota moderna, quer mesmo um país melhor, comece olhando ao redor e para dentro de você.
    De nada adianta sair vestido de branco, postar imagens lindas no Instagram e dizer que tem orgulho de ser brasileiro.
    Para usar "de verdade" a hashtag que ficou famosa, #VerásQueUmFilhoTeuNãoFogeALuta, há de se pensar no que nosso Hino e esta frase significam.
    Ou você está do lado certo, ou do lado errado. Como eu disse acima, ou você é realmente honesto na sua vida ou não é.  Não adianta fazer de conta que não vê ou não sabe (sim, alguns políticos adoram a frase "eu não sabia"): abra os olhos e não aceite a desonestidade, seja lá de onde ela vier.
    A hipocrisia, junto com a corrupção, talvez seja uma das piores coisas da nossa amada pátria. Se você quer a mudança de verdade, não aceite a corrupção, não incorpore o "jeitinho" como algo "normal" só para se dar bem, não compactue com falta de honestidade, especialmente do mundo que a rodeia.
    Não se pode mudar um país se as pessoas não mudarem.
    Termino este longo post com parte da letra do Hino Nacional, com a esperança que nossa pátria seja um dia, enfim, mãe gentil para todos os brasileiros, todos mesmo:
    Mas, se ergues da justiça a clava forte,
    Verás que um filho teu não foge à luta,
    Nem teme, quem te adora, a própria morte.
    Terra adorada,
    Entre outras mil,
    És tu, Brasil,
    Ó Pátria amada!
    Dos filhos deste solo és mãe gentil,
    Pátria amada,
    Brasil!

    Bolsa de grife falsificada: não caia nesta cilada!



    Assunto polêmico, mas bem pertinente... 
    Tenho recebido emails (além de mensagens no Instagram e em outras redes de socais) de vendedores de bolsas de marcas de luxo como Chanel, Céline e Hermès querendo fazer parcerias e até mesmo colocar anúncios aqui no GM.
    Simplesmente ignoro tais emails e mensagens, pois mesmo sem conhecer os vendedores, sei que por má fé ou por ignorância (a palavra vem de ignorar, de não ter conhecimento), estão vendendo tais bolsas como originais, mas são na verdade falsificadas... 
    Então cuidado, cara leitora, com ofertas de bolsas da Hermès ou Chanel por mil, dois mil reais... Ninguém vai comprar uma bolsa lá fora por 4 ou 10 mil dólares e vender aqui mais barato, vai???
    Lembre do ditado: "quando a esmola é grande demais até o santo desconfia".

     
    a icônica (e caríssima) Birkin, da Hermès: não se engane, ela custa no mínimo 8 mil dólares
    Imagem: Victoria Beckham Blog
    Desconfie dos golpes, pois até uma certa socialite do eixo Rio-São Paulo andava vendendo "Birkin mais baratinha" e atrizes globais caíram no engodo. Se foram enganadas por ingenuidade ou sabiam que estavam levando gato por lebre, não sei, mas informe-se com a marca se ela, por exemplo, vende em outlets (marcas menos luxuosas, mas bem bacanas, como Gucci ou Kate Spade, vendem alguns modelos com desconto sim e também estão presentes em outlets confiáveis lá fora).

     
    Audrey Hepburn e sua bolsa favorita: a Speedy, da LV
    Imagem: Classy & Fabulous
     
    Mas preste atenção: modelos como a Kelly da Hermès, Classic Flap da Chanel ou mesmo uma Neverfull da Louis Vuitton nunca, eu disse ja-mais entram em liquidação ou tampouco são vendidas em ponta de estoque, por mais chique que esta ponta de estoque pareça. Ao contrário, ficam mais caras a cada ano que passa.
    Grifes como a Chanel, Hermès e Louis Vuitton não vendem bolsas "de segunda linha" com "pequenos defeitos (dizem que estas são incineradas) e as marcas de luxo mesmo não vendem bolsas (ao menos as clássicas) com desconto.
    Algumas marcas como a Louis Vuitton só são vendidas nas lojas oficiais da marca e nem todas as marcas vem com o tal "cartão de autenticidade": a Louis Vuitton é assim, vem apenas um número de série no interior da bolsa, em uma etiqueta de couro bem escondidinha e, é claro, você deve guardar sua nota fiscal.
    Acredito que é melhor ter uma bolsa de qualquer marca, mas original, que uma supostamente "de luxo", mas falsificada... até porque a falsificação envolve questões muito sérias, como trabalho escravo e trabalho infantil.
    Certa vez me criticaram num outro blog porque eu uso sempre a mesma bolsa preta Chanel... Ué, que bom né? Pois se ganhei de presente do meu marido, ainda bem que a uso bastante, sinal que gostei e que valorizo o dinheiro investido.

    Acho que muita gente compra estas bolsas supostamente originais por impulso, sem pensar e talvez até com uma certa ingenuidade, acreditando mesmo que exista um esquema de venda das bolsas modelo Birkin, da Hermès  de "segunda linha" (leia aqui post com detalhes sobre a bolsa), mas também há muita gente bem informada que compra as "fakes de luxo", que são muito parecidas com as originais (ou com defeitos desviadas das fábricas antes de serem destruídas???) e custam mais de 2 mil reais, mas ainda assim bem mais baratas que uma comprada nas lojas oficiais.
    Ano passado descobri através da minha amiga Daniela (que em breve volta pra Sampa e para sua coluna no GM), que a Louis Vuitton tem um serviço gratuito de personalização de bolsas e outros acessórios, chamado de Hot Stamping.
    Neste serviço, que pode até ser feito na hora, dependendo da loja, você pode escolher 2 letras médias ou 3 pequenas, em geral em dourado ou em baixo relevo no couro, feita numa máquina especial, que na loja do Iguatemi São Paulo fica visível - é bem legal pois você pode acompanhar o trabalho.
    Aproveitei uma ida para São Paulo para comprar minha Neverfull e levei minha bolsa modelo Speedy, que foi comprada numa viagem há quase 4 anos, para fazer a personalização e a Alessandra, vendedora que me atendeu, foi super atenciosa e tirou algumas dúvidas que eu tinha:
    alguns modelos das bolsas Louis Vuitton, como a Speedy e a Neverfull, podem, com o tempo, ter os metais levemente oxidados, pois a proposta destas bolsas é ganhar um "ar vintage" com o passar dos anos - ou seja, o metal de certos modelos da LV podem sim oxidar, especialmente em cidades próximas ao mar (mas isto não acontece com todos os modelos, somente em alguns específicos)
    o mesmo "processo de envelhecimento" acontece com as alças de alguns modelos que são de couro claro, como a Damier Azur e a de Monograma tradicional, que escurecem com o tempo - alça clarinha que não escurece jamais, por mais que seja usada, é sinônimo de falsificação
    ao contrário do que os vendedores de falsificações dizem, nenhum produto da Louis Vuitton vem com "cartão de autenticidade" de papel ou plástico - a garantia é a nota fiscal da loja LV (se você comprar um produto da marca, guarde a nota com cuidado)
    os produtos da LV são vendidos exclusivamente nas lojas próprias e as bolsas não vem com plásticos ou papéis protegendo alças (elas ficam armazenadas em gavetas e vem com um saco protetor de tecido)
    todos os modelos tem um código de série impresso em baixo relevo no couro, composto de 2 letras (que representam a fábrica onde foi feita) e 4 números (que indicam a semana e o ano da fabricação), em algum lugar escondido dentro da bolsa: os da Speedy e da Neverfull ficam por baixo do bolso interno, na altura de uma das alças
    nem todas as bolsas da Louis Vuitton são fabricadas na França, a LV também tem fábricas na Espanha, EUA, Inglaterra e Alemanha
    a Louis Vuitton não faz liquidações nem tem ponta de estoque e os preços são tabelados em cada país e, apesar de todos os nossos impostos, alguns modelos, como a Neverfull, estão com um valor muito semelhante nos EUA e no Brasil, especialmente se a compra for feita com cartão de crédito no exterior (por causa do IOF), no entanto, na França, os produtos saem mais baratos para nós, pois recebemos de volta 20% do valor pago (por causa do detáxe, o tax free sobre produtos de origem francesa)
    o Brasil é o único país onde a LV parcela em até 3 vezes sem juros no cartão de crédito
    Louis Vuitton Neverfull GM
    Louis Vuitton modelo Neverfull
    Imagem: Luxury 4 Time

    Ambas bolsas que tenho da Louis Vuitton (uma Speedy Damier Azur, comprada em Paris e outra Neverfull MM Damier Ebene, comprada no Iguatemi São Paulo), são consideradas por muita gente (pra mim esnobes até a raiz dos cabelos), como "LV de pobre", pois são dois dos modelos entre os mais baratos da marca, que entram no conceito de produto masstige,  um produto de prestígio com preços acessíveis à massa (esta "massa", segundo este conceito, se trata da classe média ascendente), sobre o qual a Consuelo já falou aqui.
    No entanto, estes críticos esquecem que o modelo Speedy é um clássico (o favorito de Audrey Hepburn) e a Neverfull é a bolsa mais prática que já tive para o cotidiano: literalmente cabe tudo, é leve, confortável, não estraga (só não é perfeita por não ter zíper). 
    O termo masstige foi descrito em 2003 pelos consultores americanos Michael Silverstein e Neil Fiske em um artigo da revista Harvard Business Review: é uma junção das palavras mass (massa) e prestige (prestígio) e significa, literalmente, prestígio para as massas. 
    Os autores quiseram criar um conceito para denominar um fenômeno comum entre consumidores da classe média nos Estados Unidos (naquela época com renda mensal média de 4 200 dólares por família), "pessoas que estavam dispostas a gastar entre 20% e 200% mais em um produto que agregasse mais qualidades em comparação a um concorrente, e principalmente se tivesse inspiração em artigos de luxo". 
    Isto provocou dois tipos de reação: aclasse média passou a consumir produtos de grandes grifes, como Giorgio Armani e Tiffany, por exemplo, e a criação de produtos de massa com um apelo de "luxo", como a rede de cafés Starbucks.
    Claro que há uma linha tênue entre quem deseja e compra um produto de luxo apenas por vontade de aparecer e aquele que consome porque gostou e pronto. Aí vai da personalidade de cada um. Eu não ligo a mínima em combinar minha única bolsa Chanel com um slipper da marca popular Moleca ou tricô da Marisa. Não é a marca da bolsa, roupa ou sapato que me definem: uso o que gosto.

    Cada pessoa usa seu dinheiro, desde que ganho honestamente, como bem entende, acredito que a forma como cada um consome é uma questão de prioridades e desejos que os outros não devem julgar.
    Faço uma ressalva: não acho bacana a pessoa se endividar para tal, o que muitas vezes compromete a saúde financeira de uma família inteira e a harmonia familiar, como consequência (o que adianta ter um monte de bolsas lindas e estar sempre no vermelho?).
    E é óbvio que acho o fim da picada os que fazem coleção de bolsas caríssimas com dinheiro desviado dos cofres públicos - familiares de políticos sabidamente corruptos deveriam ter vergonha de mostrar suas coleções de peças grifadas no Instagram, pois todo mundo sabe como aqueles luxos foram patrocinados pela corrupção, que é a praga do nosso país!
    Mas ao gastar seu dinheiro ganho honestamente, pense bem: vale a pena comprar uma bolsa falsificada que você sabe que é fake, mesmo que para os outros pareça verdadeira?
    Será que não é melhor esperar mais e guardar dinheiro para ter o prazer de comprar uma na loja original com direito a pacote de presente e tudo (sim, elas sempre vem em lindas caixas - a da Chanel até vem enfeitada com uma camélia de tecido, o papel de seda e a fita de cetim com o logo, um verdadeiro charme) e abrir a caixa como uma criança desembrulha um presente de Natal muito desejado? 
    Ou então que tal escolher um modelo ou marca que lhe agrade, mas caiba em seu orçamento no momento?
    Isto me lembra muito um episódio de Sexy and the City onde Samantha compra uma bolsa falsa da Fendi de um cara que as vendia num beco, direto do porta-malas de um carro velho...

    É, garotas modernas, uma bolsa falsificada pode até enganar todo mundo, mas você vai saber que carrega algo fake.
    Não estou aqui para julgar quem já comprou ou acha ok comprar bolsas de grife com procedência duvidosa, cada um sabe de si: meu objetivo é instigar a reflexão...
    Será que vale a pena?
    O que você, garota moderna, pensa sobre tudo isto?

    Estilo Iguatemi Florianópolis: semana XL - especial evento ULM


    a simpática e estilosa Madalena Sell com sua filha, a linda sócia da ULM , que produz acessórios lindos,  Maytê Sell

    O Estilo Iguatemi Florianópolis desta semana chegou ao seu 40º post (obrigada pelo toque, Gabriela!) e foi fotografado durante o coquetel de lançamento da nova coleção da ULM  do Iguatemi. Muita gente linda por lá!!!

    Madalena estava de: look MOB, sapatos Arezzo e bolsa Prada
    Mayte usou: saia Le Lis Blanc, blusa Farm, blazer Zara, sapato Schutz e acessórios ULM


    Ana Bauer, uma querida e linda blogueira
     
    Ana Bauer vestia: macacão Zara, sapato Luiza Barcellos, pulseiras ULM, bolsa Hermès e lenço Missoni
     

    Ana Beatriz Bauer, filha de Ana e Estudante

    Ana Beatriz usava: saia e blusa comprados em uma viagem, sapatilha Arezzo e pulseiras ULM


    Flávia Hila, Gestora Ambiental

    Flávia usava: jaqueta Guess, blusa Colcci, jeans Calvin Klein, sandália Schutz e bolsa Chanel


    Débora Salvadori,  Empresária

    Débora usava: blusa e calça Day Salvadori, blazer Zara e botas Colcci


    um dos casais mais queridos e estilosos de Florianópolis: Rafael Beduschi, Designer e Sócio da ULM  e  Marco Antônio Medeiros, Arquiteto

    Rafa estava de: calça, sapatos e lenço Zara, camisa Richard's, colar que ele mesmo fez, óculos Givenchy e braceletes Top Man
    Marco usou: pólo Lacoste, calça Zara, sapato Noir, relógio Swatch e pastas Louis Vuitton

    Muito obrigada a todos que gentilmente aceitaram participar deste post.:)
    Se você tiver alguma dúvida, crítica ou sugestão para nossa coluna Estilo Iguatemi, deixe sua opinião nos comentários ou mande um email para shirley@garotasmodernas.com.
    Vai ser um prazer saber sua opinião!

    Na semana que vem tem mais Estilo Iguatemi Florianópolis, mostrando quanta gente bacana, moderna e descolada de todas as idades encontramos pelos corredores do Shopping!

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    Estilo de Vida com Consuelo Blocker: Looks de Londres


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    Fiquei incrivelmente emocionada no meu aniversário com a demonstração de afeto e amor no Salotto lá no meu Consuelo Blog, Facebook, Instagram e Twitter!!! Vocês são demais!! Quero responder a todos uma a uma mas só vou poder fazer na Segunda. Espero que vocês não liguem!!
    Estes dias em Londres não estão muito frios, mas estão bem molhados. A temperatura fica em torno aos 7 graus. Portanto, com o bate perna é importante se cobrir em camadas (segredo absoluto do guarda roupa de inverno) e usar sapatos baixos com sola de borracha.

    Hammersmith-Blogger

    Para o passeio a Richmond, fui de top da Joseph, pea coat John Ashfield (aquele casaco modelo marinheiro double breasted (como se diz em português?)), echarpe clara para dar uma cor da iNouiToosh (Esta marca é novidade para mim. Comprei na loja da BP Studio em Florença), calça Banana Republic e bota de camurça da Andreoni.
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    Bolsa Céline, colar H.Stern e óculos Rayban.
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    Colar H.Stern, pulseira de prata de Lygia Durand, relógio Hermés.
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    Para ir shopping, calça Banana Republic, top COS de merino, bota Andreoni.
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    Echarpe Kika Repetto e colete Moncler para Balenciaga.
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    Estilo de Vida com Consuelo Pascolato Blocker: o que ganhei do Roberto

    Prontinha!
    Prontinha!

    O Roberto e eu temos uma tradição, saímos para jantar, só nós, para comemorarmos as festas e revelarmos os nossos presentes.  Como o meu não é só de Natal (é também para o meu aniversário dia 4 de Janeiro), o fazemos antes do dia 25 (é, não segue bem um raciocínio, eu sei.).
    Pareço criança.  Fico tentando adivinhar o presente, fico toda emocionada, e o debate com o Tico e Teco para decidir qual será o look da noite mais parece uma Olimpíada!!
    Bom, o resultado foi este…
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    Top Stella McCartney, calça Banana Republic, bolsa Miu Miu, botas Sarah Chofakian, colar e brincos H.Stern.
    A Allegra que tirou as fotos...
    A Allegra que tirou as fotos…
    Casaco e cinto Prada
    Casaco e cinto Prada. Falei deste cinto neste post aqui.  Vocês lembram?

    Como não existe mais nada sem o salotto na minha vida, este ano, fotografei tudo!
    O rendez-vous foi no lugar, hora e minuto onde demos o primeiro beijo...não muito romântico, um estacionamento, mas tão significativo!  Adorei!! Ele chegou com rosas!
    O rendez-vous foi no lugar, hora e minuto onde demos o primeiro beijo…superrrr romântico, só o lugar que não é muito…um estacionamento.  Adorei!! Ele chegou com rosas!  No buquê ele pediu para colocar peperoncino (chilli), porque ele diz que sou picante!! Rssss!
    Fomos jantar em um lugar bem simples onde vamos muito, Circolo Aurora.  Aqui é tudo orgânico.
    Fomos jantar em um lugar bem simples onde vamos muito, Circolo Aurora. Aqui a comida e o vinho são orgânicos.
    Primeiro o drink, bloody mary.   Quem segue aqui sabe que é um dos nossos drinks favoritos.  Este é com laranja e gengibre.
    Primeiro o drink, bloody mary. Quem segue o blog sabe que é um dos nossos drinks favoritos. Este tem uma variação, vem com laranja e gengibre.
    Daí os presentes!!  Uhhh emoção!  Primeiro o Roberto...
    Daí os presentes!! Uhhh emoção! Primeiro o Roberto…
    Uma máquina fotográfica!  Ele tinha me dito que queria uma pequena para carregar sempre consigo.  Ele meio que tinha me indicado o modelo....
    Uma máquina fotográfica! Ele tinha me dito que queria uma pequena para carregar sempre consigo. Ele meio que tinha me indicado o modelo….
    Daí foi a minha vez...
    Daí foi a minha vez… (BB é o apelido que o Roberto me deu Bubbly (borbulhante) Blocker.  Queridos do salotto, não escondo mais nada de vocês!
    A sacola era anônima para esconder que dentro tinha uma da…Hermés!!!!!  Uma das minhas lojas mais-hiper-super-favoritas de todos os tempos!
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    O relógio cape-cod da Hermés!!  Um dos mais chiques que já vi neste mundo!!!
    O relógio cape-cod da Hermés com bracelete duplo!! Um dos mais chiques que já vi neste mundo!!! IMG_2779 IMG_2777 IMG_2783 Nossa ADOREI!! Até achei que parece como se já fosse meu há tempos!…

    O que vocês acham?  Ele escolheu bem?…
    Depois em casa…fazendo pose…e contente!
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