Garotas Modernas : Marisa Garotas Modernas : Marisa
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  • Como usar o xadrez tendência de 2014: aprenda tudo sobre Pied-de-Poule e Pied-de-Coq

     
    Imagem: Vogue

    Amei muito este look aí de cima e resolvi pesquisar sobre as estampas Pied-de-Poule e Pied-de-Coq, que estão invadindo araras de lojas de todos os tipos: das de luxo às mais populares, como Zara, Renner, Riachuelo e Marisa.
    Você sabe diferenciar e como usar esta padronagem clássica de um jeito bem moderno?
    Então venha ver como a Chanel, na década de 1930, passou a usar o padrão antes usado só na moda masculina e como a estampa clássica virou super moderna com a Rihanna estrelando a campanha da Balmain.
    Montagem: Garotas Modernas com Imagens: Rustic Retail e Wikipédia

    Quer saber qual A estampa deste outono/inverno, já repleto de variações do xadrez? 
    É o clássico pied-de-poule (em francês, pé de galinha) e seu irmão quase gêmeo, o pied-de-coq (em francês, pé de galo), cuja nomenclatura causa bastante confusão: só consegui entender a real diferença entre os dois (que não está apenas no tamanho como muita gente, inclusive entendidos em moda, dizem).
    Ambas estampas são muito semelhantes, aparentando um xadrez abstrato quando vistas mais de longe, mas de pertinho pode-se ver que:

     
    O pied-de-poule é uma padronagem menor, com apenas 3 pontas
    O pied-de-coq é uma versão maior do pied-de-poule, contendo quatro pontas

    O pied-de-poule surgiu como padrão na trama dos tecidos de lã em algumas regiões da Escócia no século XVII, e só se popularizou quando em 1933, quando foi a padronagem eleita para várias peças das coleções masculinas de primavera.

    Imagem: Gentleman's Gazzete
    revista de moda da década de 1930, com um paletó de estampa houndstooth e calça cinza

    O pied-de-coq (e às vezes também o pied-de-poule) em inglês é chamado de houndstooth, hounds tooth check ou hound's tooth (e grafias semelhantes, como dogstooth, dogtooth ou dog's tooth, sempre se referindo aos dentes de um cão. O Houndstooth é um padrão têxtil de dois tons caracterizado por quadrados quebrados ou formas abstratas de quatro pontas, geralmente em preto e branco, embora outras cores podem ser usadas.

      
    Imagem: Chanel
    Coco Chanel, que lançou o pied-de-poule na moda feminina na década de 1930

    Coco Chanel se encantou pelos paletós masculinos feitos de tecido com pied-de-poule e começou a utilizar a padronagem para sua moda feminina ousada e libertadora da época. Ela mesma foi fotografada com um casaco de pied-de-poule (foto acima).

     Imagem: Dior

    A coleção Primavera/Verão Haute-Couture de Christian Dior trouxe um casaco em pied-de-poule em preto e branco, que se transformou em um grande clássico Dior. 

     uma primeira versão com estampa pied-de-poule e vidro arredondado

    Em 1947, Christian Dior lançou seu primeiro perfume, o Miss Dior (um dos perfumes que mais amo!!!), cujo frasco em formato de ânfora que foi modificado em 1950, decorado com a estampa pied-de-poule.
     
     o croqui  com a estampa gravada no vidro em formato retangular como é até hoje
     Imagens: Dior

    Daí em diante o pied-de-poule e o pied-de-coq nunca mais saíram da moda, se tornando sinônimo de elegância, especialmente no inverno: dependendo do ano elas vem com mais ou menos força, mas no inverno 2014 elas serão soberanas.
    A coleção de verão 2014 da Balmain trouxe muitas peças incríveis com pied-de-coq e Rihanna como garota propaganda: o que antes era visto como um clássico ganha pitadas de modernidade com outras cores além do tradicional branco e preto


     pied-de-coq lindo em rosa bebê e branco: amei!!!!
     pied-de coq preto e branco, mas nada careta: olha esta fenda!!!
     
    mix moderno da estampa com saia de couro
     modelagem super moderna e estampa pied-de coq
     tons bem clarinhos e o pied-de-coq em relevo

    E nas fotos de street style tanto a estampa  quanto a aparecem em versões pra lá de modernas, em modelagens não convencionais, vestindo mulheres de todos os gostos e idades.
    Olha só estes exemplos: 

     Imagem: Zhanna Romashka
     três looks lindos com  pied-de-poule e o pied-de-coq
     amei esta saia!
     tricô lindo!!!
     com tricô, legging e bota tipo motorcycle
    Imagens: Vogue/StreetStyle.com/Google
     Imagem: www.5inchandup.blogspot.fr
    com blusa roxo peludo
    em verde aceso e preto
    calça estampada com camiseta branca e jaqueta de couro
    mix de estampas
    óculos de sol

    E nossa musa Riri divando na campanha da Balmain:


     olha a estampa de pertinho!
     e o que são estas botas!!!
    Imagens: Balmain

    Espero que vocês tenham gostado do post, garotas modernas!


    Bolsa de grife falsificada: não caia nesta cilada!



    Assunto polêmico, mas bem pertinente... 
    Tenho recebido emails (além de mensagens no Instagram e em outras redes de socais) de vendedores de bolsas de marcas de luxo como Chanel, Céline e Hermès querendo fazer parcerias e até mesmo colocar anúncios aqui no GM.
    Simplesmente ignoro tais emails e mensagens, pois mesmo sem conhecer os vendedores, sei que por má fé ou por ignorância (a palavra vem de ignorar, de não ter conhecimento), estão vendendo tais bolsas como originais, mas são na verdade falsificadas... 
    Então cuidado, cara leitora, com ofertas de bolsas da Hermès ou Chanel por mil, dois mil reais... Ninguém vai comprar uma bolsa lá fora por 4 ou 10 mil dólares e vender aqui mais barato, vai???
    Lembre do ditado: "quando a esmola é grande demais até o santo desconfia".

     
    a icônica (e caríssima) Birkin, da Hermès: não se engane, ela custa no mínimo 8 mil dólares
    Imagem: Victoria Beckham Blog
    Desconfie dos golpes, pois até uma certa socialite do eixo Rio-São Paulo andava vendendo "Birkin mais baratinha" e atrizes globais caíram no engodo. Se foram enganadas por ingenuidade ou sabiam que estavam levando gato por lebre, não sei, mas informe-se com a marca se ela, por exemplo, vende em outlets (marcas menos luxuosas, mas bem bacanas, como Gucci ou Kate Spade, vendem alguns modelos com desconto sim e também estão presentes em outlets confiáveis lá fora).

     
    Audrey Hepburn e sua bolsa favorita: a Speedy, da LV
    Imagem: Classy & Fabulous
     
    Mas preste atenção: modelos como a Kelly da Hermès, Classic Flap da Chanel ou mesmo uma Neverfull da Louis Vuitton nunca, eu disse ja-mais entram em liquidação ou tampouco são vendidas em ponta de estoque, por mais chique que esta ponta de estoque pareça. Ao contrário, ficam mais caras a cada ano que passa.
    Grifes como a Chanel, Hermès e Louis Vuitton não vendem bolsas "de segunda linha" com "pequenos defeitos (dizem que estas são incineradas) e as marcas de luxo mesmo não vendem bolsas (ao menos as clássicas) com desconto.
    Algumas marcas como a Louis Vuitton só são vendidas nas lojas oficiais da marca e nem todas as marcas vem com o tal "cartão de autenticidade": a Louis Vuitton é assim, vem apenas um número de série no interior da bolsa, em uma etiqueta de couro bem escondidinha e, é claro, você deve guardar sua nota fiscal.
    Acredito que é melhor ter uma bolsa de qualquer marca, mas original, que uma supostamente "de luxo", mas falsificada... até porque a falsificação envolve questões muito sérias, como trabalho escravo e trabalho infantil.
    Certa vez me criticaram num outro blog porque eu uso sempre a mesma bolsa preta Chanel... Ué, que bom né? Pois se ganhei de presente do meu marido, ainda bem que a uso bastante, sinal que gostei e que valorizo o dinheiro investido.

    Acho que muita gente compra estas bolsas supostamente originais por impulso, sem pensar e talvez até com uma certa ingenuidade, acreditando mesmo que exista um esquema de venda das bolsas modelo Birkin, da Hermès  de "segunda linha" (leia aqui post com detalhes sobre a bolsa), mas também há muita gente bem informada que compra as "fakes de luxo", que são muito parecidas com as originais (ou com defeitos desviadas das fábricas antes de serem destruídas???) e custam mais de 2 mil reais, mas ainda assim bem mais baratas que uma comprada nas lojas oficiais.
    Ano passado descobri através da minha amiga Daniela (que em breve volta pra Sampa e para sua coluna no GM), que a Louis Vuitton tem um serviço gratuito de personalização de bolsas e outros acessórios, chamado de Hot Stamping.
    Neste serviço, que pode até ser feito na hora, dependendo da loja, você pode escolher 2 letras médias ou 3 pequenas, em geral em dourado ou em baixo relevo no couro, feita numa máquina especial, que na loja do Iguatemi São Paulo fica visível - é bem legal pois você pode acompanhar o trabalho.
    Aproveitei uma ida para São Paulo para comprar minha Neverfull e levei minha bolsa modelo Speedy, que foi comprada numa viagem há quase 4 anos, para fazer a personalização e a Alessandra, vendedora que me atendeu, foi super atenciosa e tirou algumas dúvidas que eu tinha:
    ♥ alguns modelos das bolsas Louis Vuitton, como a Speedy e a Neverfull, podem, com o tempo, ter os metais levemente oxidados, pois a proposta destas bolsas é ganhar um "ar vintage" com o passar dos anos - ou seja, o metal de certos modelos da LV podem sim oxidar, especialmente em cidades próximas ao mar (mas isto não acontece com todos os modelos, somente em alguns específicos)
    ♥ o mesmo "processo de envelhecimento" acontece com as alças de alguns modelos que são de couro claro, como a Damier Azur e a de Monograma tradicional, que escurecem com o tempo - alça clarinha que não escurece jamais, por mais que seja usada, é sinônimo de falsificação
    ♥ ao contrário do que os vendedores de falsificações dizem, nenhum produto da Louis Vuitton vem com "cartão de autenticidade" de papel ou plástico - a garantia é a nota fiscal da loja LV (se você comprar um produto da marca, guarde a nota com cuidado)
    ♥ os produtos da LV são vendidos exclusivamente nas lojas próprias e as bolsas não vem com plásticos ou papéis protegendo alças (elas ficam armazenadas em gavetas e vem com um saco protetor de tecido)
    ♥ todos os modelos tem um código de série impresso em baixo relevo no couro, composto de 2 letras (que representam a fábrica onde foi feita) e 4 números (que indicam a semana e o ano da fabricação), em algum lugar escondido dentro da bolsa: os da Speedy e da Neverfull ficam por baixo do bolso interno, na altura de uma das alças
    ♥ nem todas as bolsas da Louis Vuitton são fabricadas na França, a LV também tem fábricas na Espanha, EUA, Inglaterra e Alemanha
    ♥ a Louis Vuitton não faz liquidações nem tem ponta de estoque e os preços são tabelados em cada país e, apesar de todos os nossos impostos, alguns modelos, como a Neverfull, estão com um valor muito semelhante nos EUA e no Brasil, especialmente se a compra for feita com cartão de crédito no exterior (por causa do IOF), no entanto, na França, os produtos saem mais baratos para nós, pois recebemos de volta 20% do valor pago (por causa do detáxe, o tax free sobre produtos de origem francesa)
    ♥ o Brasil é o único país onde a LV parcela em até 3 vezes sem juros no cartão de crédito
    Louis Vuitton Neverfull GM
    Louis Vuitton modelo Neverfull
    Imagem: Luxury 4 Time

    Ambas bolsas que tenho da Louis Vuitton (uma Speedy Damier Azur, comprada em Paris e outra Neverfull MM Damier Ebene, comprada no Iguatemi São Paulo), são consideradas por muita gente (pra mim esnobes até a raiz dos cabelos), como "LV de pobre", pois são dois dos modelos entre os mais baratos da marca, que entram no conceito de produto masstige,  um produto de prestígio com preços acessíveis à massa (esta "massa", segundo este conceito, se trata da classe média ascendente), sobre o qual a Consuelo já falou aqui.
    No entanto, estes críticos esquecem que o modelo Speedy é um clássico (o favorito de Audrey Hepburn) e a Neverfull é a bolsa mais prática que já tive para o cotidiano: literalmente cabe tudo, é leve, confortável, não estraga (só não é perfeita por não ter zíper). 
    O termo masstige foi descrito em 2003 pelos consultores americanos Michael Silverstein e Neil Fiske em um artigo da revista Harvard Business Review: é uma junção das palavras mass (massa) e prestige (prestígio) e significa, literalmente, prestígio para as massas. 
    Os autores quiseram criar um conceito para denominar um fenômeno comum entre consumidores da classe média nos Estados Unidos (naquela época com renda mensal média de 4 200 dólares por família), "pessoas que estavam dispostas a gastar entre 20% e 200% mais em um produto que agregasse mais qualidades em comparação a um concorrente, e principalmente se tivesse inspiração em artigos de luxo". 
    Isto provocou dois tipos de reação: aclasse média passou a consumir produtos de grandes grifes, como Giorgio Armani e Tiffany, por exemplo, e a criação de produtos de massa com um apelo de "luxo", como a rede de cafés Starbucks.
    Claro que há uma linha tênue entre quem deseja e compra um produto de luxo apenas por vontade de aparecer e aquele que consome porque gostou e pronto. Aí vai da personalidade de cada um. Eu não ligo a mínima em combinar minha única bolsa Chanel com um slipper da marca popular Moleca ou tricô da Marisa. Não é a marca da bolsa, roupa ou sapato que me definem: uso o que gosto.

    Cada pessoa usa seu dinheiro, desde que ganho honestamente, como bem entende, acredito que a forma como cada um consome é uma questão de prioridades e desejos que os outros não devem julgar.
    Faço uma ressalva: não acho bacana a pessoa se endividar para tal, o que muitas vezes compromete a saúde financeira de uma família inteira e a harmonia familiar, como consequência (o que adianta ter um monte de bolsas lindas e estar sempre no vermelho?).
    E é óbvio que acho o fim da picada os que fazem coleção de bolsas caríssimas com dinheiro desviado dos cofres públicos - familiares de políticos sabidamente corruptos deveriam ter vergonha de mostrar suas coleções de peças grifadas no Instagram, pois todo mundo sabe como aqueles luxos foram patrocinados pela corrupção, que é a praga do nosso país!
    Mas ao gastar seu dinheiro ganho honestamente, pense bem: vale a pena comprar uma bolsa falsificada que você sabe que é fake, mesmo que para os outros pareça verdadeira?
    Será que não é melhor esperar mais e guardar dinheiro para ter o prazer de comprar uma na loja original com direito a pacote de presente e tudo (sim, elas sempre vem em lindas caixas - a da Chanel até vem enfeitada com uma camélia de tecido, o papel de seda e a fita de cetim com o logo, um verdadeiro charme) e abrir a caixa como uma criança desembrulha um presente de Natal muito desejado? 
    Ou então que tal escolher um modelo ou marca que lhe agrade, mas caiba em seu orçamento no momento?
    Isto me lembra muito um episódio de Sexy and the City onde Samantha compra uma bolsa falsa da Fendi de um cara que as vendia num beco, direto do porta-malas de um carro velho...

    É, garotas modernas, uma bolsa falsificada pode até enganar todo mundo, mas você vai saber que carrega algo fake.
    Não estou aqui para julgar quem já comprou ou acha ok comprar bolsas de grife com procedência duvidosa, cada um sabe de si: meu objetivo é instigar a reflexão...
    Será que vale a pena?
    O que você, garota moderna, pensa sobre tudo isto?

    Look do dia: o primeiro Louboutin a gente nunca esquece


    Estes dias uma amiga muito querida que mora na Europa me mandou um presente... Mas não foi um presente qualquer, foi O presente!
    Um sapato Christian Louboutin modelo Ron Ron Wedge - meu primeiro par da marca, que fiquei morrendo de dó de usar para não estragar as famosas solas vermelhas (hahahaha, como sou boba!), mas que finalmente calcei para ir almoçar com meu marido num fim de semana.
    Já havia provado os scarpins de verniz Christian Louboutin (aquele modelo clássico, nude) diversas vezes em viagens e mesmo na loja de São Paulo, mas por achar o modelo extremamente desconfortável, não tive coragem de pagar tanto por um par de sapatos que certamente faria meus pés doerem.
    Este modelo que eu ganhei é conforto puro: fica perfeito, sem machucar!
    Minha amiga deu a dica: não comprar o scarpin de verniz da marca e sim o modelo peep toe e, talvez, um número maior que o meu (ou levar no sapateiro para ele colocar naquela forma que dá uma alargadinha).
    Claro que já estou sonhando com meu segundo par: um peep toe nude...
    Fui assim:
    ♥ tricô com estampa de Dálmatas Marisa
    ♥ jeans Seven for all Mankind
    ♥ cinto Maria Bonita Extra
    ♥ jaqueta In Love
    ♥ bolsa Kate Spade
    ♥ sapato Christian Louboutin
    ♥ pulseiras de spikes e garra compradas no eBay
    ♥ anel de falange (de coração), de rubis e de joaninha Lanzara Joias
    Adorei misturar o meu sapato luxo com o tricô baratinho das Lojas Marisa!;)

    Tricô com estampa de cachorrinhos da Marisa


    Olha só que fofo este tricô com estampa de cachorrinhos que achei na Marisa esta semana!
    Custou 69,90 e comprei um número maior para ficar mais larguinho e assim poder usar com camisa por baixo. 
    Ele tem este detalhe de dois botões em um dos ombros, que pensei em trocar por outros mais bonitinhos.;)
    Olha só outras peças com cachorrinhos estampados...
    http://www.mirror.co.uk/incoming/article187917.ece/BINARY/image-4-for-fashion-gallery-14497590.jpg 
    Imagem: Zara
    https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgw5d3kKJ4BkFbIeHCCGNzqrdh6wwpGJd5_bu4bRFNH1LHkAk5YwDQXf7dw6oD8sH4A0srZQmz0vgl5sBPKiYMP3l-Ku8D-MhWT1P18w7KPdcU-2XKz1-g4e8R1-3rkTkdsr1bgcJLMEKPl/s1600/Dog+print+blouse%252C+Topshop+Unique+%25C2%25A3110.jpg 
    Imagem: Topshop
    http://media.dorothyperkins.com/wcsstore/DorothyPerkins/images/catalog/55705652_large.jpg 
    Imagem: Dorothy Perkins

    A Mari Siebert fez outro post aqui no GM mostrando um monte de estampas de bichinhos.
    Eu adoro! E você?

    Abastecendo o closet para o inverno: minhas comprinhas na Farm

    http://farmrio.com.br/mm/foto/t3_1364x2046/209323_EF_0026.JPG
    http://farmrio.com.br/mm/foto/t3_1364x2046/209372_EF_0055.JPG
    http://www.farmrio.com.br/mm/foto/t3_1364x2046/210926_EF_0006.JPG
    http://www.farmrio.com.br/mm/foto/t3_1364x2046/210926_EC_0024.JPG
    Imagens: Farm

    Estou adorando que agora a Farm tem um único preço para todo o Brasil e não resisti aos encantos da nova coleção...
    Já pensando no próximo inverno, escolhi 3 peças que poderei usar quando este calorão for embora (a última foto é só para mostrar os detalhes da parte de trás da camisa laranja).
    Não sei se vocês são assim, mas eu já estou enjoada do verão e louca que esfrie e um dos grandes motivos é que no verão, especialmente nos dias de muito calor, tenho a sensação que a gente acaba andando mais "mulambenta"... Não dá pra fugir muito das combinações tipo short + regata + rasteira ou vestido + sapatilha... Até usar acessórios como um máxi colar ou salto alto podem se tornar uma tortura nos dias mais quentes.
    Acabo usando os mesmos vestidos fresquinhos ou o mesmo short jeans com camisas sem manga quase todos os dias.
    Também comprei um tricot com estampa de cachorrinhos na Marisa, bem fofo, por 69,90 e há alguns dias achei um casaco de couro preto com forro pink na Zara por 320,00 (achei o preço bom pois é couro legítimo). Depois fotografo para colocar aqui!
    E você, garota moderna, já anda garimpando peças para usar no próximo inverno?