Lily Collins está filmando uma nova série de comédia romântica ambientada em Paris, que deve agradar os fashionistas de plantão: Emily in Paris, que estreia em 2020 mas ainda não tem data de lançamento.
Emily in Paris: a nova série que lembra Sex and the City
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Lily Collins está filmando uma nova série de comédia romântica ambientada em Paris, que deve agradar os fashionistas de plantão: Emily in Paris, que estreia em 2020 mas ainda não tem data de lançamento.
Dica de série no Netflix: Boneca Russa
Para quem como eu pretende usar os dias de Carnaval pra descansar a série Russian Doll é uma ótima dica pra quem curte Netflix.
Russian Doll (Boneca Russa) é uma série de comédia dramática, criada por 3 mulheres: Natasha Lyonne (que também faz o papel da protagonista), Amy Poehler e Leslye Headland.
Na série Nadia revive nos 8 episódios a sua festa de aniversário de 36 anos onde morre no final e traz vários questionamentos sobre saúde mental, álcool e drogas, sexo, amizades e amor.
A história de passa em NY e só tem atores excelentes. Mesmo que pareça repetitivo cada episódio é bem amarrado e dá vontade de “quero mais”.
Com humor ácido e tiradas engraçadíssimas Nadia revive o dia da sua morte (e seu aniversário) até conseguir entender porque está vivendo um “Dia da Marmota” (quem aí lembra do filme onde o mesmo dia infernal se repete?).
São apenas 8 episódios e dá pra maratonar tranquilamente durante o Carnaval.
E você? Vai se jogar no bloquinho ou também vai ficar no Netflix & pipoca?
Alias Grace: triste, louca ou má? Uma série que vale a pena assistir no Netflix
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Imagem: Netflix
Esta semana terminei de ver a série Alias Grace (ou Vulgo Grace), disponível no Netflix, que nasceu do livro homônimo da autora canadense Margaret Atwood, que também escreveu O Conto da Aia, que se transformou na série The Handmaid’s Tale.
Tanto o roteiro adaptado quanto a direção dos seis episódios são assinados por mulheres: Sarah Polley e Mary Harron respectivamente.
A série e o livro tem personagens fictícios (como o médico Dr. Simon Jordan - uma espécie de psiquiatra que tenta desvendar se Grace é ou não culpada dos crimes), mas é baseada na história real e bem documentada da empregada doméstica Grace Marks e o cocheiro James McDermott, acusados de matar o patrão, o fazendeiro Thomas Kinnear e a governanta da casa, Mary Montgomery (interpretada por Anna Paquin), que foram encontrados no porão da casa onde viviam, ele com um tiro e ela desmembrada. As duas vítimas tinham sido amantes e a governanta estava grávida quando foi morta.
Grace e James foram condenados à morte por enforcamento, mas numa reviravolta no tribunal a pena de Grace, que tinha apenas 16 anos na época, foi convertida à prisão perpétua.
Se a violência perpetrada por mulheres assusta e fascina até hoje (vide caso de Suzane Von Richthofen), imagine no século XIX.
Grace, interpretada de maneira impecável por Sarah Gadon, nasceu na Irlanda provavelmente em 1828, atravessou o Atlântico com a família e chegou ao Canadá em 1840, quando ela tinha 12 anos. Filha mais velha de muitos irmãos, perdeu a mãe na viagem e vivia sob o domínio de um pai violento e da pobreza até começar a trabalhar como empregada doméstica.
O crime ocorrido no dia 28 de julho de 1843 provocou grande comoção na época, havendo pessoas contra e a favor à condenação de Grace. Enquanto algumas pessoas a viam como uma assassina fria e doentia outras a enxergavam como uma vítima das circunstâncias.
Na verdade Grace jamais confessou os crimes ou negou ter cometido os mesmos, pois alegou não lembrar do que aconteceu no dia dos assassinatos. Ela foi presa junto com James enquanto eles tentavam fugir para os EUA. A real participação de Grace nos dois assassinatos jamais foi provada.
Por causa da dúvida que pairava sobre sobre sua sanidade mental ela foi enviada para um sanatório, o Provincial Lunatic Asylum por 15 meses no ano de 1852, tendo ficado encarcerada na Penitenciária de Kingston na maior parte do tempo de sua prisão, de onde foi libertada 30 anos depois quando foi concedido o perdão. Depois da sua libertação ela se mudou para Nova York onde viveu até desaparecer em 1873.
Na parte fictícia da história contada no livro e na série, em busca por libertar Grace da prisão onde ela já cumpria pena há 15 anos, simpatizantes da jovem empregada chamam o médico Simon Jordan (Edward Holcroft) para avaliá-la e tentar fazê-la superar a tal amnésia.
Nas conversas com o jovem médico Grace conta sua vida, as inúmeras violências pelas quais passou, o machismo opressor que dominava a sociedade na época e as implicações disto em sua formação.
Enquanto ela costura uma colcha de retalhos ela conta sua vida desde a ida para o Canadá, tentando unir pedaços de sua memória. Em muitos momentos não sabemos se ela está falando a verdade, se está deliberadamente inventando fatos ou se são delírios de alguém psicologicamente frágil.
Mais importante que saber se Grace foi ou não culpada é ver como as suas relações são construídas, como questões de gênero, poder financeiro e situações imprevisíveis impactam na vida de uma menina que chega ao novo mundo de forma totalmente despreparada e ingênua para se tornar uma espécie de celebridade das páginas policias na época vitoriana.
A história da real Grace me parece com o início daquela música Triste, Louca ou Má:
"Triste, louca ou má
Será qualificada
Ela quem recusar
Seguir receita tal
A receita cultural
Do marido, da família
Cuida, cuida da rotina""
Teria sido Grace triste, louca ou má?
Jamais saberemos.
Desejo do dia: camiseta Stranger Things da Louis Vuitton
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Imagens: Vogue UK | Harpers Bazaar UK
Eu amo a série Stranger Things (as referências aos anos 80 são irresistíveis) e adorei esta camiseta desfilada pela Louis Vuitton no mês passado em Paris, parte de um dos looks da coleção Primavera/Verão 2018.
De olho no Upside Down Nicolas Ghesquière fez uma camiseta estampada com um dos novos pôsteres da segunda temporada da série 2, que por sua vez foi inspirado em cartazes cinematográficos dos anos 70 e 80 (mais precisamente no do filme Stand By Me - no Brasil, Conta Comigo).
Nela, que tem uma correntinha no decote, aparecem o quarteto principal dos meninos - Will (Noah Schnapps), Mike (Finn Wolfhard), Lucas (Caleb McLaughlin) e Dustin (Gaten Matarazzo). A camiseta foi usada sobreposta à uma camisa com ar boêmio, calça cor de rosa bem clarinha e tênis.
Na Internet tem um monte de lojas vendendo camisetas inspiradas na série e quem quiser copiar a da Louis Vuitton basta mandar imprimir o poster abaixo na sua camiseta preta favorita.;)
Mindhunter: livro e série do Netflix que mostram tudo sobre os Serial Killers
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Imagens: Netflix
Mindhunter é a nova série original do Netflix, inspirada no livro Mindhunter: O Primeiro Caçador de Serial Killers Americano, escrito por John Douglas e Mark Olshaker, lançado no Brasil pela Editora Intrínseca.
Estou terminando o livro e já vi toda primeira temporada do seriado, que tem seus 10 capítulos disponíveis no Netflix, foi dirigida por David Fincher, que também atuou como diretor da série House of Cards e filmes como Seven, O Clube da Luta e Zodíaco.
Tanto o livro quanto a série contam a história real de John Douglas, que no seriado tem o nome Holden Ford (interpretado por Jonathan Groff), que trabalhou na Unidade de Apoio Investigativo do FBI durante a década de 70, quando começou a estudar e traçar o perfil psicológico de assassinos em série, numa época em que o termo serial killer nem havia sido criado por ele e sua equipe.
Ele e seu parceiro do FBI na série, Bill Tench (interpretado por Holt McCallany e inspirado no agente Robert K. Ressler), entrevistaram criminosos famosos e perigosos como Charles Manson, cujos seguidores mataram sete pessoas, inclusive a esposa grávida de 9 meses do cineasta Roman Polanski, Sharon Tate e mais quatro amigos em sua casa em um bairro nobre em Los Angeles, na Califórnia.
Eles procuravam entender como funciona a mente dessas pessoas (na sua maioria homens brancos), se colocando tanto no lugar da vítima quanto do criminoso, para assim tentar prever os passos dos assassinos em série e outros tipos de psicopatas, que em geral possuíam um passado de violência e abusos na infância.
Depois de algum tempo junta-se à eles a Dra. Wendy Carr - baseada na vida real da Dra. Ann Wolbert Burgess, pioneira na enfermagem forense (interpretada por Anna Torv), uma especialista em comportamento humano que não é agente do FBI mas presta uma espécie de consultoria ao projeto.
Cameron Britton no papel de Ed Kemper e o assassino em foto real
Assim como Jack Crawford em O Silêncio dos Inocentes, o agente especial John Douglas confrontou, entrevistou e estudou dezenas de serial killers e assassinos, incluindo Charles Manson, Ted Bundy e Ed Gein durante as mais de duas décadas que atuou no FBI para construir o que hoje se chama de B.A.U., a Behavioral Analysis Unit, unidade especial do FBI retratada no seriado Criminal Minds, um dos meus favoritos (embora seja bastante pesado).
Os 10 episódios da série estão disponíveis desde o dia 13 de outubro no Netflix.
Abaixo um pouco mais sobre o que é Psicopatia e o que é Esquizofrenia (ou Psicose), num texto que redigi para minhas aulas de Psicologia na Graduação (fui professora de graduação e pós por 10 anos):
Esquizofrenia
- Psicose onde a pessoa começa a apresentar sintomas de afastamento da realidade
- Atinge aproximadamente 1% da população
- Geralmente iniciada antes dos 25 anos nos homens
- Nas mulheres a doença ocorre mais tarde, por volta dos 29/30 anos
- Ocorre em qualquer camada sócio-cultural
- Apenas 2% dos esquizofrênicos apresentam a doença já na infância
- Atualmente cerca de 5% da população mundial têm esquizofrenia
- No Brasil 800 mil pessoas são esquizofrênicas
- O risco sobe para 13%, se um parente de primeiro grau é portador da doença
- No caso de gêmeos idênticos, se um deles tem esquizofrenia, a possibilidade de o outro desenvolver o quadro é de 50%.
- Não confundir com psicótico (doente mental que sofre de psicose, de delírios). Psicopata refere-se a uma condição que é uma característica de personalidade, por isso não é uma doença propriamente dita. O indivíduo, devido a esta peculiaridade de ser, sofre ou faz sofrer aos outros.
- O psicopata é um indivíduo quase sempre impulsivo, incapaz de tolerar frustrações, não consegue atingir os sentimentos superiores (amor, altruísmo, sentimentos, espirituais), sendo um ser egoísta e por isso apresenta quase sempre condutas não aceitas socialmente, apesar de serem compreendidas (não se comportam como "loucos").
- Os traços psicopáticos acentuam-se na adolescência e, segundo alguns autores, acompanham o indivíduo por toda sua vida. O psicopata geralmente não se motiva a procurar psicoterapia (se o faz é para conseguir outro intento que não o do seu amadurecimento) e por isso é tido como condição irrecuperável.
12 razões para ver Younger - uma série que vale a pena assistir
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Liza (interpretada por Sutton Foster) é uma mãe recém separada de 40 anos de idade, cujo marido a abandonou por uma mulher mais jovem e a deixou cheia de dívidas, que tenta em vão conseguir um emprego depois de mais de 15 anos fora do mercado de trabalho. Ela tem uma filha, Caitillin, que está em um intercâmbio no exterior e deixa o subúrbio para viver em Nova York (mais precisamente no Brooklyn) com a sua melhor amiga, Maggie (Debi Mazar), que é artista plástica e lésbica.
Depois de ter sido confundida com alguém bem mais jovem por um tatuador gatíssimo chamado Josh (Nico Tortorella), ela resolve com o incentivo de Maggie, fingir que tem 26 anos para conseguir um emprego.
Assim ela consegue trabalho como a assistente de Diana (Miriam Shor) na Editora Empirical, cujo dono é o lindo e inteligente Charles, também na casa dos 40 anos. Em seu novo trabalho ela logo fica amiga de Kelsey (Hilary Duff), que tem 26 anos na trama e de sua roomate, a maluquinha e judia Lauren.
Kelsey (Hilary Duff)
Os episódios curtos (22 minutos cada), recheados de bom humor mas também de muita reflexão sobre o mundo feminino, são altamente viciantes e fazem você querer ver tudo rapidinho.
Questões ligadas às mulheres e ao preconceito em relação à idade, competição no mundo do trabalho, carreira X casamento e maternidade, gravidez depois dos 35, namoro entre pessoas de gerações diferentes e as dificuldades no amor, trabalho, sexo e amizade da atualidade aparecem muito na série que diverte, mas também faz pensar.
Ainda está na dúvida se vale a pena assistir? Estes são meus 12 argumentos:
Foi criada por Darren Star, que também fez Beverly Hills 90210 (Barrados no Baile), Melrose Place e Sex and the City
O figurino perfeito criado por Patricia Field, de Sex and the City
A cidade de NY em cenas mais atuais que SATC e Gossip Girl
Tem uma trilha sonora incrível, que mistura sucessos atuais com os das décadas de 80 e 90
Liza não entende nada de Internet, finge ter 26 quando na verdade tem 40 e precisa aprender tudo sobre a geração dos millenials rapidinho, o que rende boas risadas - a cena dela tentando entender como se faz uma conta do Twitter é ótima
Tudo que está na moda nas redes sociais está lá na série: dos lugares aos modismos alimentares
Liza representa muito bem a questão de muitas mulheres na faixa dos 40 anos, que tentam voltar ao mercado de trabalho depois de um longo tempo cuidando da família
A amizade entre as mulheres da série é verdadeira e profunda
Os crushes da Liza são lindos... Seja o tatuador de 26 anos, ou o dono da Editora Empirical de 40, são tão gatos e tem muita química com ela!
Mostra o mercado editorial e o amor por livros
O ótimo elenco, que tem Hillary Duff atriz e cantora queridinha da Disney, linda e engraçada (e que não segue o padrão das super magras de Hollywood)
Você vai rir bastante, mas também vai se emocionar
Eu assisto online AQUI e também passa no canal a cabo E!.
E se a Disney tivesse desenhado Game of Thrones?
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A mãe dos dragões, Daenerys.
O ilustrador brasileiro Fernando Mendonça fez uma série de desenhos que vão deixar os fãs do seriado e livros de Game of Thrones, nos incluímos nessa, com sorriso no rosto. Ele imaginou como serie se os estúdios da Disney tivessem ilustrado a série e representou alguns dos personagens mais legais dos últimos tempos!
John Snow e Ghost.
O adorável Tyrion Lannister.
Cersei Lannister lembra muito as vilãs da Disney.
Bran Stark e seu fiel companheiro Hordor.
Imagens: Cosmopolitan

O novo trabalho de Lea Michele
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Imagem: Google
No começo do mês divulgou o clipe oficial de “Cannonball” e agora apresentou mais uma música, chamada “What is Love?”. Uma balada com refrão chiclete.
Quer conferir o que vem por aí?
Deu saudades de Glee???
Lena Dunham, do seriado Girls, é capa & recheio da Vogue americana
Imagem: Vogue
Essa semana falamos aqui sobre a estréia da nova temporada do seriado americano "Girls" e ontem o mundo ficou conhecendo a capa da Vogue de fevereiro com ninguém menos que a criadora, redatora, protagonista, produtora da série e queridinha dos Estados Unidos Lena Dunham.
“A nova rainha da comédia” – segundo a própria publicação - posou para Annie Leibovitz com um vestido da coleção primavera 2014 da Burberry.
A Vogue também liberou um preview do editorial onde ela aparece com seu parceiro na série Adam Driver vestindo, entre outras coisas, Prada, Celine e Dolce&Gabanna.Uau!
Imagens: Vogue
Adorei as fotos e os looks!
Girls é o novo "Sex And The City"?
Imagem: reprodução
Estreou nessa segunda, dia 15, no canal HBO a terceira temporada da série GIRLS, queridinha das meninas de vinte e poucos anos pelo mundo. Tem gente que diz que ela é uma versão mais nova e hipster do clássico mulherzinha "Sex And The City".
Não iria tão longe, mas existem alguns pontos bem semelhantes.
A série conta a história de quatro amigas: Hanna (interpretada por Lena Dunham, garota prodígio que também escreve e produz o seriado), Marnie (Allisson Williams), Jessa (Jemima Kirke) e Shoshanna (Zosia Mamet) e tem como cenário a cidade de Nova Iorque.
Mas a maioria delas, mais jovens e com muito mais problemas financeiros que Carrie e suas amigas, vive no Brooklyn e transita entre espaços descolados e moderninhos do local. As garotas também vivem conflitos amorosos, conflitos entre si, conflitos internos... Mas as situações e soluções são bem menos românticas ou com finais felizes.
Vale a pena dar uma conferida e tirar suas próprias conclusões.

Mas a maioria delas, mais jovens e com muito mais problemas financeiros que Carrie e suas amigas, vive no Brooklyn e transita entre espaços descolados e moderninhos do local. As garotas também vivem conflitos amorosos, conflitos entre si, conflitos internos... Mas as situações e soluções são bem menos românticas ou com finais felizes.
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