Garotas Modernas : Natalie Portmam Garotas Modernas : Natalie Portmam
  • Categoria: Natalie Portmam
  • Natalie Portman é a noiva em fuga da Miss Dior

    dior

    A Maison Dior não é famosa apenas por seus vestidos deslumbrantes, mas sim por uma vasta linha de produtos que abrange acessórios, maquiagem e perfumaria. Para campanha do perfume Miss Dior - que agente ama!-,  a atriz ‪Natalie Portman‬ interpretada uma linda noiva em fuga. Confira!

    Imagem: Divulgação

    Lindas e Carecas: celebridades que rasparam os cabelos e o projeto Quimioterapia e Beleza, de Flávia Flores, aqui de Floripa

    Empresária Flávia Flores inspira mulheres com câncer a resgatar a autoestima através de cuidados com o corpo Ricardo Wolffenbüttel/Agencia RBS 
    a empresária Flávia Flores, em tratamento contra um câncer de mama aqui em Floripa, que criou o maravilhoso projeto Quimioterapia e Beleza
    Imagem: Ricardo Wolffenbüttel / Agência RBS
    Carolina Dieckmann na época em que raspou a cabeça para viver a personagem Camila em "Laços de Família" (2000); à direita, a atriz caracterizada como Teodora de "Fina Estampa"
    Carolina Dieckmann raspou a cabeça para viver a personagem Camila 
    de Laços de Família em 2000.
    Camila Morgado em cena do filme "Olga" (2004); à direita, a atriz no lançamento da novela "Avenida Brasil"
    A Camila Morgado também já raspou os cabelos. Foi para o filme Olga. 
    Glória Menezes na peça "Jornada de um Poema" para qual ela raspou a cabeça; e em foto deste ano
    Outra brasileira na lista é a incrível Glória Menezes, que ficou careca 
    para a peça Jornada de um Poema.
    Imagens: VH1/Folha

    Estes dias conheci a Flávia Flores por acaso, num coquetel: uma garota linda que está em tratamento de um câncer de mama e usou sua história para ajudar a levantar a autoestima de outras mulheres que estão passando pela perda de cabelos e pelos, por causa de quimioterapia ou outras razões médicas, criando um canal no YouTube com tutoriais e dicas de beleza, o projeto Quimioterapia e Beleza.
    Conversei pouco mais de meia hora com ela, mas sua beleza e força (interior e exterior) me deixaram impactada!
    Seja para fazer um filme, seja por motivos pessoais, raspar os cabelos para uma mulher é sinal de muita coragem. 
    Os cabelos fazem parte da nossa identidade e reforçam nosso lado feminino.
    Mas muitas mulheres nos mostram que se despir dessa vaidade não significa ficar menos bonita. E que por mais clichê que possa parecer, a beleza vem realmente de dentro.
    Durante 1 ano, em 1994, fui estagiária de Psicologia no Setor de Quimioterapia do Hospital Infantil Joana de Gusmão, aqui em Florianópolis e posso afirmar que conviver com aquele cotidiano duro, que a equipe tentava deixar mais leve, me mudou para melhor: era difícil, muito difícil, mas também foi uma das coisas mais gratificantes que já tive oportunidade de fazer, pois tudo que se pensa quando se convive com histórias assim é como a vida é boa, como viver é bom, como a saúde, o amor dos familiares e amigos e a felicidade das pequenas conquistas são mais valiosas que todo o dinheiro do mundo.
    Parabéns, Flávia, sua coragem e alegria de viver são uma inspiração!


    Cisne Negro: eu assisti e recomendo!

    Imagem: Google

    Desde que vi Natalie Portman em "O Profissional", fiquei esperando quando aquela menina de 13 anos, uma verdadeira promessa, desabrocharia.
    Passados 16 anos, agora com 29 anos, tendo no currículo papéis como a da Princesa Amidala em Guerra nas Estrelas, de uma stripper em "Closer - Perto Demais" e uma heroína de cabeça raspada em "V de Vingança", sempre achei as atuações perfeitas, mas sem emoção.
    Vegetariana, totalmente discreta com sua vida privada, nascida em Jerusalém, filha única e formada em Psicologia por Harvard, sempre achei Natalie meio sem sal, além, de ter para mim uma beleza comum.
    Claro que eu nunca esqueci seu papel de pirralha valente no filme "O Profissional" e por isso fui assistir Cisne Negro.
    E me surpreendi, e recomendo, claro que só se você estiver a fim de ver um filme para pensar, pois nem de longe é uma película para relaxar.
    E os esforços de 15 horas de filmagens, mais oito horas de treino em balé, nos brindaram com uma atuação maravilhosa!
    A filmagem é angustiante, inquieta e claustrofóbica, acompanhando as paranóias da protagonista, tanto é que em deteminada altura da história já não temos mais certeza o que é real ou não.
    No começo parece tudo muito clichê, a aluna boazinha ganha o papel mais disputado na companhia, só que terá que interpretar no conhecido "O Lago dos Cisnes" o cisne bom e o ruim, instigada pelo seu professor (por quem se apaixona) tenta colocar para fora esse lado "mau".
    Ocorre, que a personagem só aparenta ser boazinha, na verdade é oprimida por uma mãe autoritária (que é uma bailarina frustrada), tem um ego enorme, se acha melhor que as companheiras, nega sua sexualidade que está florescendo, tem inveja da bailarina mais velha e de uma colega recém chegada a companhia, se auto mutila, é bulímica e ser bailarina é o cenário perfeito para que seu perfeccionismo doentio apareça com toda força.
    A personagem vai buscando dentro de si o cisne negro e com ele vão aparecendo suas paranóias, a busca pela perfeição, a não entrega ao prazer que escondem uma baixo auto-estima que a fazem exercer a profissão sem emoção, sem alma.
    Longe de ser um clichê o filme surpreende pois Natalie consegue nos aprisionar e sentir toda a turbulência da personagem, fazendo-nos sentir desconfortáveis na poltrona pois vemos sua excessiva magreza, sua obsessão em querer agradar a todos e suas fantasias levando-a para o desfecho final.
    Natalie disse que cada personagem a afeta, esse deixou marcas, ela está grávida de um colega do elenco e diz que é "um soldado" somente com o trabalho, porém o que vemos nas telas é uma promessa concretizada: ela se tornou uma grande atriz, digna do Oscar. Podemos ver sua alma, por baixo de toda a composição perfeita de Nina.
    Quanto a Nina, sua personagem, essa nos deixa a melhor lição do filme: o perfeccionismo, a pouca auto-estima, a inveja, a opressão por querer agradar a todos podem resultar em trabalhos maravilhosos, mas o preço pode ser alto. Vale a pena pagá-lo?