Christian Dior por John Galliano - Verão 11
Fonte: FFW
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* "A denominação Alta Costura (ou Haute Couture, no original) é juridicamente protegida e dela só podem se utilizar as empresas que figuram em uma lista estabelecida a cada ano por uma comissão de ministros, sediada no Ministério da Indústria francês. O rol de Maisons (hoje somente 10 casas francesas e mais quatro chamadas de “correspondentes”, pois são estrangeiras) é divulgado pela Federação Francesa da Costura e os principais critérios estabelecidos para que uma marca possa pleitear o título de Haute Couture, segundo o site oficial da Federação, são: empregar no mínimo 15 pessoas nos ateliês, elaborar peças exclusivas e feitas à mão, apresentar para a imprensa (em Paris) a cada estação uma coleção de pelo menos 35 trajes compostos de modelos para o dia e para a noite."



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O filme Maria Antonieta (Marie Antoinette, Estados Unidos, 2006), da diretora Sofia Coppola, conta de uma forma inusitada (com direito a trilha sonora com rock e um par de All Stars no meio do cenário) a história da arquiduquesa austríaca que, entregue aos 14 anos em casamento ao príncipe francês Luís XVI (15 anos, tão passivo que demorou 7 anos para consumar o casamento!), se tornaria símbolo de todos os males da monarquia e, segundo alguns estudiosos, foi o estopim da Revolução Francesa de 1789.
Maria Antonieta (no filme interpretada maravilhosamente pela bela Kirsten Dunst) encontrou na moda uma válvula de escape aquela corte hostil. Diz-se que ela gastava, por ano, o equivalente a 7 milhões de dólares em seus vestidos magníficos. O filme faz jus ao apreço da rainha pelas roupas, nos figurinos de Milena Canonero, com peças de Karl Lagerfeld e John Galliano, e nos sapatos feitos especialmente por Manolo Blahnik.
Na época do lançamento do filme nos Estados Unidos, a revista Vogue americana, trouxe Kirsten Dunst na capa, vestida como a Rainha da França. Se você gosta de moda e ainda não viu, assista. É maravilhoso!