23.5.13

Bolsa de grife falsificada: não caia nesta cilada!



Assunto polêmico, mas bem pertinente... 
Tenho recebido emails (além de mensagens no Instagram e em outras redes de socais) de vendedores de bolsas de marcas de luxo como Chanel, Céline e Hermès querendo fazer parcerias e até mesmo colocar anúncios aqui no GM.
Simplesmente ignoro tais emails e mensagens, pois mesmo sem conhecer os vendedores, sei que por má fé ou por ignorância (a palavra vem de ignorar, de não ter conhecimento), estão vendendo tais bolsas como originais, mas são na verdade falsificadas... 
Então cuidado, cara leitora, com ofertas de bolsas da Hermès ou Chanel por mil, dois mil reais... Ninguém vai comprar uma bolsa lá fora por 4 ou 10 mil dólares e vender aqui mais barato, vai???
Lembre do ditado: "quando a esmola é grande demais até o santo desconfia".

 
a icônica (e caríssima) Birkin, da Hermès: não se engane, ela custa no mínimo 8 mil dólares
Imagem: Victoria Beckham Blog
Desconfie dos golpes, pois até uma certa socialite do eixo Rio-São Paulo andava vendendo "Birkin mais baratinha" e atrizes globais caíram no engodo. Se foram enganadas por ingenuidade ou sabiam que estavam levando gato por lebre, não sei, mas informe-se com a marca se ela, por exemplo, vende em outlets (marcas menos luxuosas, mas bem bacanas, como Gucci ou Kate Spade, vendem alguns modelos com desconto sim e também estão presentes em outlets confiáveis lá fora).

 
Audrey Hepburn e sua bolsa favorita: a Speedy, da LV
Imagem: Classy & Fabulous
 
Mas preste atenção: modelos como a Kelly da Hermès, Classic Flap da Chanel ou mesmo uma Neverfull da Louis Vuitton nunca, eu disse ja-mais entram em liquidação ou tampouco são vendidas em ponta de estoque, por mais chique que esta ponta de estoque pareça. Ao contrário, ficam mais caras a cada ano que passa.
Grifes como a Chanel, Hermès e Louis Vuitton não vendem bolsas "de segunda linha" com "pequenos defeitos (dizem que estas são incineradas) e as marcas de luxo mesmo não vendem bolsas (ao menos as clássicas) com desconto.
Algumas marcas como a Louis Vuitton só são vendidas nas lojas oficiais da marca e nem todas as marcas vem com o tal "cartão de autenticidade": a Louis Vuitton é assim, vem apenas um número de série no interior da bolsa, em uma etiqueta de couro bem escondidinha e, é claro, você deve guardar sua nota fiscal.
Acredito que é melhor ter uma bolsa de qualquer marca, mas original, que uma supostamente "de luxo", mas falsificada... até porque a falsificação envolve questões muito sérias, como trabalho escravo e trabalho infantil.
Certa vez me criticaram num outro blog porque eu uso sempre a mesma bolsa preta Chanel... Ué, que bom né? Pois se ganhei de presente do meu marido, ainda bem que a uso bastante, sinal que gostei e que valorizo o dinheiro investido.

Acho que muita gente compra estas bolsas supostamente originais por impulso, sem pensar e talvez até com uma certa ingenuidade, acreditando mesmo que exista um esquema de venda das bolsas modelo Birkin, da Hermès  de "segunda linha" (leia aqui post com detalhes sobre a bolsa), mas também há muita gente bem informada que compra as "fakes de luxo", que são muito parecidas com as originais (ou com defeitos desviadas das fábricas antes de serem destruídas???) e custam mais de 2 mil reais, mas ainda assim bem mais baratas que uma comprada nas lojas oficiais.
Ano passado descobri através da minha amiga Daniela (que em breve volta pra Sampa e para sua coluna no GM), que a Louis Vuitton tem um serviço gratuito de personalização de bolsas e outros acessórios, chamado de Hot Stamping.
Neste serviço, que pode até ser feito na hora, dependendo da loja, você pode escolher 2 letras médias ou 3 pequenas, em geral em dourado ou em baixo relevo no couro, feita numa máquina especial, que na loja do Iguatemi São Paulo fica visível - é bem legal pois você pode acompanhar o trabalho.
Aproveitei uma ida para São Paulo para comprar minha Neverfull e levei minha bolsa modelo Speedy, que foi comprada numa viagem há quase 4 anos, para fazer a personalização e a Alessandra, vendedora que me atendeu, foi super atenciosa e tirou algumas dúvidas que eu tinha:
alguns modelos das bolsas Louis Vuitton, como a Speedy e a Neverfull, podem, com o tempo, ter os metais levemente oxidados, pois a proposta destas bolsas é ganhar um "ar vintage" com o passar dos anos - ou seja, o metal de certos modelos da LV podem sim oxidar, especialmente em cidades próximas ao mar (mas isto não acontece com todos os modelos, somente em alguns específicos)
o mesmo "processo de envelhecimento" acontece com as alças de alguns modelos que são de couro claro, como a Damier Azur e a de Monograma tradicional, que escurecem com o tempo - alça clarinha que não escurece jamais, por mais que seja usada, é sinônimo de falsificação
ao contrário do que os vendedores de falsificações dizem, nenhum produto da Louis Vuitton vem com "cartão de autenticidade" de papel ou plástico - a garantia é a nota fiscal da loja LV (se você comprar um produto da marca, guarde a nota com cuidado)
os produtos da LV são vendidos exclusivamente nas lojas próprias e as bolsas não vem com plásticos ou papéis protegendo alças (elas ficam armazenadas em gavetas e vem com um saco protetor de tecido)
todos os modelos tem um código de série impresso em baixo relevo no couro, composto de 2 letras (que representam a fábrica onde foi feita) e 4 números (que indicam a semana e o ano da fabricação), em algum lugar escondido dentro da bolsa: os da Speedy e da Neverfull ficam por baixo do bolso interno, na altura de uma das alças
nem todas as bolsas da Louis Vuitton são fabricadas na França, a LV também tem fábricas na Espanha, EUA, Inglaterra e Alemanha
a Louis Vuitton não faz liquidações nem tem ponta de estoque e os preços são tabelados em cada país e, apesar de todos os nossos impostos, alguns modelos, como a Neverfull, estão com um valor muito semelhante nos EUA e no Brasil, especialmente se a compra for feita com cartão de crédito no exterior (por causa do IOF), no entanto, na França, os produtos saem mais baratos para nós, pois recebemos de volta 20% do valor pago (por causa do detáxe, o tax free sobre produtos de origem francesa)
o Brasil é o único país onde a LV parcela em até 3 vezes sem juros no cartão de crédito
Louis Vuitton Neverfull GM
Louis Vuitton modelo Neverfull
Imagem: Luxury 4 Time

Ambas bolsas que tenho da Louis Vuitton (uma Speedy Damier Azur, comprada em Paris e outra Neverfull MM Damier Ebene, comprada no Iguatemi São Paulo), são consideradas por muita gente (pra mim esnobes até a raiz dos cabelos), como "LV de pobre", pois são dois dos modelos entre os mais baratos da marca, que entram no conceito de produto masstige,  um produto de prestígio com preços acessíveis à massa (esta "massa", segundo este conceito, se trata da classe média ascendente), sobre o qual a Consuelo já falou aqui.
No entanto, estes críticos esquecem que o modelo Speedy é um clássico (o favorito de Audrey Hepburn) e a Neverfull é a bolsa mais prática que já tive para o cotidiano: literalmente cabe tudo, é leve, confortável, não estraga (só não é perfeita por não ter zíper). 
O termo masstige foi descrito em 2003 pelos consultores americanos Michael Silverstein e Neil Fiske em um artigo da revista Harvard Business Review: é uma junção das palavras mass (massa) e prestige (prestígio) e significa, literalmente, prestígio para as massas. 
Os autores quiseram criar um conceito para denominar um fenômeno comum entre consumidores da classe média nos Estados Unidos (naquela época com renda mensal média de 4 200 dólares por família), "pessoas que estavam dispostas a gastar entre 20% e 200% mais em um produto que agregasse mais qualidades em comparação a um concorrente, e principalmente se tivesse inspiração em artigos de luxo". 
Isto provocou dois tipos de reação: aclasse média passou a consumir produtos de grandes grifes, como Giorgio Armani e Tiffany, por exemplo, e a criação de produtos de massa com um apelo de "luxo", como a rede de cafés Starbucks.
Claro que há uma linha tênue entre quem deseja e compra um produto de luxo apenas por vontade de aparecer e aquele que consome porque gostou e pronto. Aí vai da personalidade de cada um. Eu não ligo a mínima em combinar minha única bolsa Chanel com um slipper da marca popular Moleca ou tricô da Marisa. Não é a marca da bolsa, roupa ou sapato que me definem: uso o que gosto.

Cada pessoa usa seu dinheiro, desde que ganho honestamente, como bem entende, acredito que a forma como cada um consome é uma questão de prioridades e desejos que os outros não devem julgar.
Faço uma ressalva: não acho bacana a pessoa se endividar para tal, o que muitas vezes compromete a saúde financeira de uma família inteira e a harmonia familiar, como consequência (o que adianta ter um monte de bolsas lindas e estar sempre no vermelho?).
E é óbvio que acho o fim da picada os que fazem coleção de bolsas caríssimas com dinheiro desviado dos cofres públicos - familiares de políticos sabidamente corruptos deveriam ter vergonha de mostrar suas coleções de peças grifadas no Instagram, pois todo mundo sabe como aqueles luxos foram patrocinados pela corrupção, que é a praga do nosso país!
Mas ao gastar seu dinheiro ganho honestamente, pense bem: vale a pena comprar uma bolsa falsificada que você sabe que é fake, mesmo que para os outros pareça verdadeira?
Será que não é melhor esperar mais e guardar dinheiro para ter o prazer de comprar uma na loja original com direito a pacote de presente e tudo (sim, elas sempre vem em lindas caixas - a da Chanel até vem enfeitada com uma camélia de tecido, o papel de seda e a fita de cetim com o logo, um verdadeiro charme) e abrir a caixa como uma criança desembrulha um presente de Natal muito desejado? 
Ou então que tal escolher um modelo ou marca que lhe agrade, mas caiba em seu orçamento no momento?
Isto me lembra muito um episódio de Sexy and the City onde Samantha compra uma bolsa falsa da Fendi de um cara que as vendia num beco, direto do porta-malas de um carro velho...

É, garotas modernas, uma bolsa falsificada pode até enganar todo mundo, mas você vai saber que carrega algo fake.
Não estou aqui para julgar quem já comprou ou acha ok comprar bolsas de grife com procedência duvidosa, cada um sabe de si: meu objetivo é instigar a reflexão...
Será que vale a pena?
O que você, garota moderna, pensa sobre tudo isto?

26 comentários:

  1. Bom dia querida, bom, eu acho que não compensa comprar uma bolsa falsificada, é melhor comprar uma marca que realmente caiba no orçamento do momento, ou então, ao invés de comprar 5,6 bolsas de 100,00 que não dure nada, juntar o dinheiro e comprar uma boa. Eu tenho varias que comprei em minhas viagens para fora do país, e eu as amoo! São ótimas e duram muuuito!!

    Estou amando tudo que vi aqui no blog, seguindo e curtindo a fan page!
    Aguardo sua visita la no meu cantinho, Beijokas!

    http://angelinnovate.blogspot.com.br/

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  2. Concordo em gênero, número e grau. Não compro nada falsificado. O que importa é que "eu" sei que é original ou falsa. E não tenho nem coragem de sair carregando uma bolsa falsa.
    O maior problema é querer mostrar aos outros que está usando bolsa de grife.
    Acho ridículo sair por aí sabendo que a bolsa é falsa, só pra bancar de bonita com os outros, querer ser o que não é tem sido o grande mal ultimamente.
    Abraços,

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  3. Poxa Shirley, tava com muitas saudades destes teus posts..vc escreve muito bem e faz reflexões otimas..
    Parabéns...
    Eu não compraria fake jamais..como ser humano oq é certo é correto..é uma pena q brasileiro adora dar um jeitinho...

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  4. Temos várias marcas nacionais que fabricam bolsas de excelente qualidade e de muito bom gosto. Então, ao invés de comprar uma bolsa falsa (tremendo mau gosto, além de antiético fazer isso), prefiro uma boa bolsa original. Muito bom seu post e apoiada!

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  5. muito legal o post, acho que a falsificação vem do status que a marca proporciona, o valor simbólico da marca, que algumas marcas até são BEM respeitáveis.. mas por consequência vem a falsificação, tudo por causa de status, preferem ter um produto não original do que usar um produto "fuleiro" e sem marca.

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  6. Eu até hoje não engoli essa história de inspired e fake. Como é possível? Há anos vejo bolsas Victor Hugo (que eu acho que se inspira bastante nas LV, mas antigamente eu achava lindas - hoje em dia, até que não, estão muito enfeitadas para o meu gosto) copiadas à exaustão, dependuradas em tudo que é camelô. Nunca quis comprar as fake. Vejo o pessoal por aí abanando Nakeds fake, batons MAC inspired, isso é tão bobo! É falso, por mais que atestem a "qualidade" do troço, foi fabricado sabe lá como, por sabe lá quem, por sabe lá que condições. Ora, compre Avon, Natura, Contém, Bot, Tracta, tem tanta marca boa nacional, vai comprar um batom MAC xingling só porque tá gravado MAC na embalagem? A mesma coisa com as bolsas, não entendo mesmo, a pessoa mente para ela mesma, finge, não dá para ser feliz assim.

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  7. Parabéns, mesmo pelo post!!!!
    Muitas vezes me pergunto: será que este mundo feminino sabe que quando passemos para a outra vida nada disto vamos levar? Quanta bobagem! Querer aparecer e "ser" o que não é!!!!
    Originais, fakes, "inspired", quanta bobagem! É como você falou, cada pessoa gasta seu dinheiro como e em que quiser, e ninguém tem nada a ver com isso.....
    Como falaram acima, é muito mais lindo, comprar marcas nacionais do que quer que seja, e não ficar endividado para aparentar algo...A vida, é muito mais do que isso....Um abraço a todas!

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  8. Não tenho condições de comprar uma bolsa de grife, mas prefiro uma marca nacional de qualidade à uma réplica. Tenho vergonha de usar falsificações de grifes.

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  9. Parabéns, vc disso tudo. Gente tem tanta coisa linda sendo produzida no Brasil, porque não valorizar o que é nosso??? Fica a dica. Bj.

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  10. Adoro seus posts, quase sempre nos fazem refletir... são de fácil leitura, super explicativos e uma delicia!!! Parabéns!!! Beijos

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  11. Sabe que já comprei uma bolsa na LV da Garcia d'Avila que estava com plástico na alça?

    Aqui tem um "guia" bem legal sobre como identificar detalhes das LV: http://www.ebay.com/gds/LOUIS-VUITTON-Date-Code-amp-Production-Explanation-Guide/10000000001240265/g.html

    Um dia encontro paciência pra escrever um desses sobre a Goyard...

    =***

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  12. Muito bem colocado...vimos por ai diversas falsificações e sem dúvida você foi feliz nos comentários, parabéns. Prefiro investir em grifes nacionais de qualidade do que ter uma falsificação. Sucesso pra você.

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  13. gostaria de saber qual o preço para colocar as iniciais, obrigada

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    1. Simone, este servico eh gratuito e demora 7 dias uteis¨

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  14. Quero vender uma bolsa linda de noite Louis Vuittom, como faço ?

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  15. Muito bem colocados os pontos, So uma observacao , LV, Hermes, Botega, etc fazem promocao sim, mas para um grupo fechado de clientes. Tds os anos aqui em Zurich acontecem as promocoes desta grife, ano passado fui na da Hermes e comprei bracelete pela metade do preco, mas nao tinha bolsas…So roupas, sapatos, etc Um bj e se quiser me escrever eu moro em Zurich e sei os precos de td por aqui! Bjs

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  16. Adorei seu site! Conteúdo 100% original e sem especulações! Tá de parabéns!

    É em bloggers como vc que me inspiro ao criar meus artigos!

    Gostaria muito que vc também conhecesse o meu trabalho, acesse

    www.dicasparasacoleiras.com.br

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  17. Adorei a matéria e hoje postei uma no meu blog sobre este assunto: http://www.brasildobem.net/2015/01/bolsa-fake-parece-mas-nao-e.html
    Compactuo em tudo o que vc. diz!
    Abraços,
    Janeisa Tomás

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  18. Este comentário foi removido pelo autor.

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  19. RICA QUE É RICA NÃO ESTA NEM AI PRA QUEM USA RÉPLICAS DE SUAS BOLSAS. QUANDO ENJOA DE SUAS MIL COISAS DE GRIFE EM SEU CLOSED ABARROTADO SIMPLESMENTE DÁ PRA EMPREGADA USAR. PESSOAS QUE FICAM COM RAIVINHA DE VER SUA BOLSINHA COPIADA E SENDO USADA POR HUMILDES QUE FAÇAM TERAPIA E SE OCUPEM DE COISAS MENOS FÚTEIS. #fficaadicadequemtemenaoprecisaseendividarnocartaodecreditoilimitado

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  20. Quanta soberba,pobre ou rico vai tudo pro caixao...Uma coisa e poder comprar o melhor e outra e querer ser o que nao e...Egoismo e quando se mata de juntar uma grana pra mostrarvque tem o que a amiga nao pode ter...e falta de carater comprar replicas pra dizer que tem e nem tem e pior ...Quando alguem seja rico ou pobre pensar que e melhor porisso eu logo digo...Sou classe media nao sou rica e porisso fico feliz em pegar meu salario e ir na C&A ,Rener,feira que seja mas comprar o que acho bbb...Do que ser uma soberba,orgulhosa que quer ser o que nao e..E pra refletirmos poderiamos ir no caixao do Michael Jackson e fazer uma comparaçao com o cadaver de pobre mendigo morto quem sabe o esqueleto do Michael nao virou purpurina!!!Viva a hu,ildade,poder comprar o melhor sem perder a humildade e pra poucos..Boatrdinha!!😘😘😘

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  21. Quanta soberba,pobre ou rico vai tudo pro caixao...Uma coisa e poder comprar o melhor e outra e querer ser o que nao e...Egoismo e quando se mata de juntar uma grana pra mostrarvque tem o que a amiga nao pode ter...e falta de carater comprar replicas pra dizer que tem e nem tem e pior ...Quando alguem seja rico ou pobre pensar que e melhor porisso eu logo digo...Sou classe media nao sou rica e porisso fico feliz em pegar meu salario e ir na C&A ,Rener,feira que seja mas comprar o que acho bbb...Do que ser uma soberba,orgulhosa que quer ser o que nao e..E pra refletirmos poderiamos ir no caixao do Michael Jackson e fazer uma comparaçao com o cadaver de pobre mendigo morto quem sabe o esqueleto do Michael nao virou purpurina!!!Viva a hu,ildade,poder comprar o melhor sem perder a humildade e pra poucos..Boatrdinha!!😘😘😘

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  22. Este comentário foi removido pelo autor.

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  23. A moda agora é bolsa fake Soho Disco Gucci, eu era louca por essa bolsa mas no dia que meu marido me levou na loja acabei levando a Gucci Swing Medium Tote, porque é mais desconhecida. Tudo o que cai no gosto da maioria é copiado, e vejo de longe uma Soho disco falsa , até porque uma bolsa de 3 mil reais vendida por 200 reais só pode ser falsa, mas quer saber , nem ligo quando vejo, a pessoa está feliz e se sentindo realizada . Eu não usaria uma falsa mas tem gente que Só pode ter uma se for assim e se existe é porque tem público para isso.

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  24. Outra coisa foi uma vez que uma garota do meu curso esnobava demais sua Chanel, eu percebi que era réplica daquelas "perfeitas" e vi a mesma bolsa numa lojinha da liberdade, perguntei o preço e a chinesa falou 500 reais!! Não acredito que uma pessoa da 500 reais numa bolsa falsa! Dava pra comprar uma original michael kors ou kate spade pelo mesmo valor naquela época , e sao bolsas de otima qualidade e ainda com garantia. Vai entender, nisso eu não concordo.

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