Ontem usei uma blusa da Zara e um esmalte Chanel ... Vou para o inferno? - Garotas Modernas Garotas Modernas : Ontem usei uma blusa da Zara e um esmalte Chanel ... Vou para o inferno?

Ontem usei uma blusa da Zara e um esmalte Chanel ... Vou para o inferno?

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Imagens: Google

Toda esta polêmica em torno da Zara (e outras redes de fast fashion que utilizam direta ou indiretamente regime de trabalho análogo à escravidão) e sobre Coco Chanel ter sido o não simpatizante (e informante) do nazismo na época da II Guerra, nos fazem pensar na nossa responsabilidade enquanto consumidores.
Segundo o portal de notícias G1, "outras 6 marcas de roupas, além da grife Zara, foram encontradas nas auditorias feitas pelo Ministério Público do Trabalho de Campinas para apurar a utilização de mão de obra análoga à escravidão nas oficinas de Americana, no interior de São Paulo, segundo a procuradora Fabíola Zani. Ela afirma que as marcas são Ecko, Gregory, Billabong, Brooksfield, Cobra d’Água e Tyrol."
As ações da espanhola Inditex, dona da Zara, registraram desvalorização na sexta-feira passada, num reflexo ao desagrado diante da situação. Mais do que se justificar dizendo que "não sabia" das condições daqueles trabalhadores, a Zara e outras marcas que tiveram os mesmos problemas precisam reavaliar a forma como suas peças são produzidas, pois são sim responsáveis por toda a cadeia produtiva de suas roupas, sapatos e acessórios
Já o livro "Sleeping With The Enemy: Coco Chanel's Secret War" (Dormindo Com o Inimigo: a guerra secreta de Coco Chanel), do jornalista norte-americano Han Vaughan, publicado nos Estados Unidos na última terça-feira, afirma que a estilista colaborou com os nazistas durante a Segunda Guerra Mundial - como uma espiã de codinome "Westminster". Nele Han Vaughan afirma que a estilista foi amante do oficial alemão Hans Gunther von Dincklage e que Chanel era profundamente antisemita.
Ainda não li o livro e por isto não tenho uma opinião formada sobre o assunto, mas acredito que antes de colocar Zara, Chanel e outras marcas no purgatório do consumismo fashionista, há de se apurar o que é de fato verdade. Que fiquei (ao menos por hora) desmotivada a entrar na Zara para ver as novidades, isto é verdade, mas não estaria sendo honesta se dissesse que nunca mais comprarei lá, sem antes saber mais sobre o que de fato aconteceu e como a Zara se portará daqui por diante em relação ao uso de mão-de-obra quarteirizada.
Talvez, para mim, algumas marcas se tornem uma espécie de foie gras: nunca sequer provei foie gras porque sei como o produto é feito, intoxicando cruelmente o pato ou ganso antes do abate. Talvez ainda a posição que a Zara vá tomar diante das acusações seja satisfatória e ela seja exemplarmente punida pelo que tem culpa e assim "perdoada".
Mas da mesma forma que patos e gansos não ficam felizes de terem comida empurrada goela abaixo, consumidores também não ficam felizes quando percebem que foram enredados no lado feio da moda. Ninguém quer usar uma roupa feita por pessoas que trabalhavam num regime de quase escravidão... Ninguém quer sair por aí com uma bolsa criada por uma espiã nazista.
Da mesma forma que temos no Brasil o selo "Empresa Amiga da Criança", certificado criado pela Abrinq, "entregue às empresas que não exploram mão-de-obra infantil e desenvolvem ações em benefício de crianças e adolescentes", espero que futuramente tenhamos em nosso país uma certificação atribuida às empresas que respeitam o direito dos trabalhadores.
O que resta a nós, consumidores de moda, não é atear fogo no blazer Zara que já estava comprado, mas sim deixar a posição confortável e passiva de "comprei pois achei bonito" e começar a pensar no que seu dinheiro está financiando.
Informação e reflexão sempre nos ajudam a construir uma sociedade melhor.
O que você pensa sobre isto?


♥ Post escrito por Shirley Stamou

25 comentários:

  1. Também não como foie gras ou vitela (carne de filhotes que também são submetidos à tortura antes de serem abatidos).
    Acredito que o consumidor deve, sim, se responsabilizar pelo que compra, porque está, de forma indireta, financiando determinados tipos de práticas.
    É possível esperar o desfecho da história para saber quem são os culpados e mudar de atitude, se é que saberemos realmente o que aconteceu. Mas é preciso demonstrar repúdio imediato por esse tipo de prática, caso contrário, as pessoas ou empresas vão achar que podem tudo e que não há mais valores humanos que devam ser respeitados.

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  2. Concordo coma Célia, não devemos fechar os olhos para o que está acontecendo...Eu particularmente nao uso mais Zara, gosto de deitar a cabeça no travesseiro e nao me sentir um "Capataz", por que quando compramos um produto desses, estamos sim financiando um trabalho escravo! Não podemos ser alienadas,Hj sinto Repúdio da Zara e tantas outras marcas que só se preocupam em "Lucrar".

    Desabafei1

    Tô seguindo vc flor!, visite meu cantinho, Bjo

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  3. Também acredito que consumindo temos uma participação ativa no assunto, também deixei de ir lá. Ontem vestir uma blusa de lá (que eu já tinha no armário) e confesso que não me sentir à vontade, a verdade é que fiquei com vergonha.Desejo que tudo seja apurado, investigado, e que a Zara utilize o seu poder e criatividade, que já conquistou várias mulheres pelo mundo para pagar pelos seus erros (caso seja confirmada a culpa)e fazer alguma coisa positiva voltada para o social.
    Vamos aguardar.

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  4. Não deixarei de usar o que já tenho de lá, mas tb não me sentirei muito a vontade não.
    Gosto muito das coisas da Zara e torço para que ela pague pelo seu erro e mude sua conduta agindo de forma diferente (correta) daqui pra frente, como já aconteceu com outras redes.
    Esse certificado que vc citou poderia mesmo existir.

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  5. Fiz um post hoje sobre isso colocando minha opinião (http://www.makeupanyway.com/2011/08/voce-vai-mesmo-ajudar-escravizar-entao.html) que é bem parecida com a da Célia. Devemos nos posicionar imediatamente mesmo que seja para dar o exemplo para outras empresas que compactuam com a mesma prática, mas ainda não foram descobertas. Tudo indica que a Zara sabia e fazia vistas grossas, já que anteriormente repassou a responsabilidade às intermediárias, pedindo a regularização, mas não fez nada além de um papel. Temos sim que nos posicionar como consumidoras.
    Não uso cosméticos testados em animais.
    Não uso peças de roupas com pele verdadeira.
    Não como também foie gras.
    Não usarei roupas que comprovadamente vieram do trabalho escravo.
    A Zara é responsável sim por todas as peças que levam seu nome, pela forma que foram produzidas. No MÍNIMO foi um erro por omissão. E dos graves.
    Quanto à Chanel, nesse caso sim há de se observar com cuidado. Livros surgidos tanto tempo depois, sem bases sólidas, documentos e provas, muitas vezes são apenas formadores de polêmica. A indústria literária abusa de coisas assim, sem muitas vezes conseguir provar nada. Diferentemente do Ministério Público que trabalha apenas com fatos, e não suposições.
    Essa é minha opinião. A Zara não vê mais meu dinheiro.

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  6. Cruzes!!!! Nem sabia disso!!!! Que coisa feia né Zara!!!
    Com roupas lindas mias com trabalho escravo!!! que horror! bjo

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  7. Oi Shirley!!!

    Apesar de ler seu blog toooodos os dias =) nunca comentei =(

    Com relação à Zara, acredito ter ela sido o maior alvo disso tudo. Outras marcas também sofreram as mesmas acusações (não só agora em 2011! C&A, Marisa e outras também já foram pegas com o mesmo tipo de prestação de serviço em outras épocas), mas o peso maior caiu sobre a Zara. Não afastando a gravidade da situação, a empresa pode até querer se redimir, mas sofrerá grandes perdas de clientela.

    Sou formada em Direito e sou apaixonada por Direito do Trabalho desde meus 12, 13 anos. Filha de trabalhadores, acabei me sensibilizando com a hipossuficiência real que os trabalhadores tem perante seus patrões. Isso é indiscutível. No caso, não há como não se indignar com o trabalho análogo à escravidão (é o termo correto a ser usado neste caso). É desumano, contrário à dignidade da pessoa humana e merece tantos outros adjetivos que nem me atrevo a escrever.

    O boicote à empresa é uma forma dos clientes se manifestarem. Sem dúvidas. Entretanto, reflito sobre o caso com a experiência que tenho na área, utilizando um exemplo simples: como será que as pessoas imaginam que é o trabalho no campo? E de onde elas acham que vem suas frutas, legumes, carne, verduras? O trabalho no campo ainda é muuuuito precário, mas nem por isso deixamos de comer. Óbvio que o exemplo não se compara em magnitude com o caso da Zara, já que alimentação é sobrevivência, necessidade. Não vou entrar nesse assunto, porque até retomaríamos aquela discussão da Arezzo e das peles de animais.

    No fim das contas, o que quero dizer é que acredito que o boicote à empresa é pouco, é ineficaz. Com o tempo, o povo esquece das coisas e volta às práticas anteriores (política tá aí pra provar a memória curta do povo, né? Também, quase todo mundo voltou a comprar na Nike. É, a mesma Nike da exploração do trabalho dos chineses e demais tigres asiáticos). O que se deve fazer é pressionar as instituições públicas, principalmente o Ministério Público, que deveria ter uma atuação tão maior nesse país e, infelizmente, não tem.


    Beijos!!! =***

    Sílvia.

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  8. "Ninguém quer usar uma roupa feita por pessoas que trabalhavam num regime de quase escravidão... Ninguém quer sair por aí com uma bolsa criada por uma espiã nazista."

    infelizmente isso não é de toda verdade. Acredito sim, que existam pessoas que não iram se incomodar nenhum pouco com isso. Da mesma forma que alguns idolatram a Nike,mesmo com um suposto envolvimento com trablho escravo ou que compram uma bolsa feita de pele de crocodilo.

    Alguns, simplesmente não daram a mínima!
    E isso é preocupante. Se eu fosse consumidor da Brooksfield, da gregory, de alguma dessas marcas de grife eu iria querer um posicionamento. Um esclarecimento e iria deixar claro minha posição sobre ou simplesmente deixar de comprar. Ou procuraria outra marcas. Continuar ou se calar é ser omisso.

    Mas, se fosse a C&a e não a Zara?!
    Algumas pessoas só compram não C&a por custo beneficio. Como deixar de comprar lá, se é dificil encontrar um custo beneficio melhor?!

    Quero dizer que, quando existe um poder aquisitivo maior, os consumidores devem ser mais exigentes com a politica da empresa. Afinal, sinceramente, muitos não compram o produto e sim a marca!!


    Eu sempre passo aqui, mas sempre posto em temas polemicos. uahuhua!
    =)
    beijus

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  9. Eu por exemplo não uso roupa falsificada, não compro Cd pirata, e nunca dou jeitinho brasileiro . Sou honesta e como consumidora também não comprarei na Zara, pois acho que ela foi omissa. Mas concordo que antes de dizer não temos que ver oque realmente aconteceu!Gosto muitos dos textos da Shirley sempre servem para uma boa reflexão!

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  10. Em uma outra reportagem, feita pela record, um tempo atrás, sobre trabalho escravo, me disseram que a loja mostrada era a Marisa, pelo sim ou pelo não, nem me interessei mais em ver as coisas da Marisa, assim como aconteceu com a Zara agora. Eu acho que temos responsabilidades sim... è como comparar o maconheiro que não se acha financiador do tráfico. Meio exagerado, mas é minha opinião.

    www.garotasnadabobas.wordpress.com

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  11. Concordo com o post e acredito que os consumidores tem o poder, o direito e a obrigação de exigir uma postura correta da parte dos fabricantes. Existe meios dignos e legais de fabricação, no entanto a ganância por mais lucro ( e lucro fácil ) leva a tais comportamentos.
    Na qualidade do produto, eu entendo estar embutido , também, o modo como o mesmo é fabricado. N é verdade ?

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  12. Em relação Coco Chanel é fato históricocomprovado documentalmente que Chanel foi aliada dos nazistas e era antisemita. Outro exemplo do qual poucas pessoas tem conhecimento é o fato ( geralmente pouco divulgado ) que Eva Peron e seu marido foram aliados do regime nazista. E o que vemos atualmente qdo viajamos para Buenos Aires ? O Museu Evita Peron engrandecendo a figura da mesma. Sim, ela ajudou os pobres em seu país , ao mesmo tempo que financiava e abrigava nazistas em solo argentino.
    Qto as marcas que exploram mão de obra infantil ou usam pele animal, creio q há mtas alternativas as quais elas mesmo conhecendo, ignoram, como : pele ou couro fake por exemplo. A grife Stella MacCartney é amiga da natureza, chic, moderna, e de qualidade. Bom exemplo, basta seguir ...

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  13. Concordo que temos responsabilidade sim...amo a Zara, tenho mil coisas de lá, mas vou repensar em comprar até resolverem esse assunto. Deixei de comer o foie gras que tanto amo, quando soube da forma como é feito. Sou uma protetora dos animais e me reservo ao direto de não consumir nada que prejudiquem os mesmo. Ponto para a grife Stella MacCartney, que eu ja sabia do seu perfil. Vamos ficar ligados, pois financimaos tudo que consumimos...

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  14. Bem, com já foi dito em outros blogs e aqui, e em comentários pela web, muitas outras empresas já foram autuadas por estarem ligadas a produção por trabalho escravo ou infantil. E se formos pensar, como já disse outra leitora, acima, em custo x benefício, hoje ou amanhã vamos cair de novo em alguma empresa que se serve dessa produção. Carrefour, C&A, Zara... hoje em dia muito do que vem pro Brasil é matéria-prima de segunda linha, é matéria baratíssima, e todo produto barato tem mão de obra barata, pois como se mantém uma empresa com altos custos - geralmente é assim mesmo: sonegando impostos e tendo a mão de obra escrava, a mão de obra infantil. Sem contar que cada país é regido por leis próprias, e se na China eles não fiscalizam as leis trabalhistas, por exemplo, quando o produto chega aqui, quem vai se importar com a fonte produtora?
    Sò pra ilustrar que, sim, podemos sentir repugnância, revolta, e até vergonha (eu entrei na Zara hoje, pra sentir o clima, e as pessoas estavam muito à vontade por lá, talvez até alheios aos acontecimentos, o que não creio muito... mas nada diferente), mas no final das contas, quem se importaria são as pessoas que justamente não "colocam seu dinheiro no lixo", e essas pessoas não tem muitas opções, a não ser os grandes magazines. Quem tem muito dinheiro, em geral, não liga pra essas coisas, e nem se importa para onde está indo seu dinheiro e de que forma é produzida a peça que está usando. Isso é fato, gente! Não é tão simples. O que nos resta, de verdade, é tentar divulgar a indignação e cobrar políticas de defesa do trabalhador terciário (que no caso da Zara, foi denominado inclusive, quartenário ou quase isso). Cobrar as autoridades para que tomem as devidas providencias, que se posicionem e consigam implantar leis de defesa do trabalhador eficazes e que dêem ainda condições desses trabalhadores denunciarem seus empregados sem medo de reprimenda. Pois isso é mais comum do que imaginamos, e está mais perto do que pensamos.

    Por enquanto, é isso o que tenho pensado da situação. E ainda tem muito mais, é um tema que não se esgota.

    Abraços à todos!

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  15. Olha, eu trabalho na indústria da moda e vou dizer...dificilmente você vai ter a garantia de estar usando alguma peça que não tenha sido feita por escravos ou pessoas em péssimas condições de trabalho. É muito triste. Claro, que quando você tem a compravação do fato, pode escolher não financiar esta indústria. É muito fácil, ou cômodo para as empresas, pois existem muitos atravessadores, o trabalho é todo terceirizado. O custo de uma peça tem que ser "X" e aí é só fazer o cálculo de trás para frente. Alguém está sendo muito explorado nessa cadeia. Mas com tantos elos no meio, o comprador não vê (ou não quer ver) o que está acontecendo láááá na ponta. Acho muito bom quando essas questões são expostas e dão ao consumidor a responsabilidade de fazer o que é certo e ajudar a punir esse abuso.

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  16. Vejo posts de "look do dia", nos quais blogueiras amam expor as roupas de marca que tem, que usam pra ir trabalhar ou sair, gerando assim uma publicidade e fazendo com que futuramente ganhem produtos e peças de "presente".

    Uma coisa é mostrar o "look do dia" pra falar sobre as tendências, indicar opções economicamente compatíveis, onde comprou, se gostou ou não. Outra coisa é mostrar só por mostrar, só pra se exibir: 'Olha, gente, uso minha bolsa Celine para ir a feira! hihihi'
    Blogueira assim, narcisista, não deve se importar com quem FEZ sua calça Zara ou bolsa Chanel.

    Estamos tão escravas (e me incluo nisso) da moda, que não paramos para pensar no trabalho escravo por trás da peça bonita no manequim.

    (Fugi um pouco do que foi retratado justamente porque lembrei desses posts que incitam/incentivam um consumismo desenfreado e sem consciência.)

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  17. Shirley,
    Eu acho uma questão pra lá de complicada... Não que eu seja contra o boicote, e longe de mim querer condenar qualquer reação dos consumidores, porque vejo a reação deles como um fator que pode ser decisivo no rumo que a empresa decidir tomar - vide o caso recente da Arezzo com as peles de raposa.
    Mas se nós quisermos ser coerentes de verdade, acho que não daria para consumir NADA feito na China, por exemplo, onde o trabalho escravo é a REGRA...
    E olha, pelo que sei, não dá para confiar assim cegamente nestes certificados, tenho uma amiga que comercializa café e ela me assegurou que o tal do selo ABIC não é assim tão confiável como a gente imagina. Enfim, acho que o que temos de fazer é exigir das autoridades o cumprimento das leis já em vigor. No caso da Zara/Inditex, foi feita a fiscalização, foram lavrados os autos de infração e a empresa foi multada. Isso é o que deve ocorrer num Estado Democrático de Direito.
    Agora o pior do pior de tudo é saber que os bolivianos e paraguaios da Inditex, ainda assim, NÃO querem retornar aos seus países de origem... Pense como deve estar a situação deles... Aqui do lado, países bem próximos!
    Bjs Ione

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  18. Concordo com todas, devemos boicotar as marcas Zara e Chanel, até porque tem marcas brasileiras excelentes de melhores qualidade até, não vamos ser hipócritas é o mesmo que comprar coisas roubadas e querer que a violencia acabe vamos acordar pra vida gente enquanto vc fica elegante com estas marcas, tem gente chorando por trás , bjus...........

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  19. Olá Queridas,
    Muito obrigada pelos comentários inteligentes e bacanas de todas vcs!
    Sim, queremos fcar na moda, mas também queremos um mundo melhor!
    beijos,

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  20. Shirley,

    Vc é realmente perfeita! Seu blog foi o único que não fingiu não ter lido o escandalo da Zara. Faço uma leitura diária dos melhores blogs de moda nacionais todos os dias e o unico com um post sobre a Zara foi o seu P A R A B É N S, isso demonstra que gostar de moda e maquiagem não faz de uma mulher um ser fútil ou incapaz de refletir sobre assuntos tão importantes com a escravidão de trabalhadores.
    Bjs Harumi

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  21. Acho que escreveste uma óptima reflexão!

    Esta, é uma atitude a tomar: primeiro reflectir, ponderar e depois assumir uma posição!

    Óptimo post! Parabéns pelo GM, Shirley!

    Beijo de Portugal!

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  22. O que eu mais gosto neste blog é que você parece ser bem preocupada com as injustiças e dores de outros seres.
    Sempre há um post mostrando que você pode ser vaidosa, sem ser fútil ou indiferente ao sofrimento alheio.
    Tbm acho que somos responsáveis pelo nosso consumo e, sabendo que há tanta covardia e individualismo neste mundo, devemos nos manifestar evitando estes produtos.
    bjs

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  23. Penso como vc e é por eese tipo de abordagem q o seu blog é o primeiro que visito todos os dias!!!!
    Carol Busseni
    Feira de Santana - Bahia

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  24. Fiquei chocada quando vi que muitos blogs "famosos" nem tocaram no assunto fazendo vistas grossas ao assunto super polêmico, inclusive tem blogs que ainda colocam looks do dia com peças da Zara, eu ficaria muito constrangida com isso, parece que a pessoa, pouco se importa e se preocupa apenas consigo mesma ou só quer se mostrar mesmo (geralmente blog das mais riquinhas que só postam assim Blusa Zara madri, pra dizer que comprou fora sabe?!), como pode? Não quero ser impulsiva e dizer que nunca mais comprarei na Zara, hoje garanto minha repulsa, mas continuarei usando o que já tenho, o fato é que eu gosto muito das roupas de lá e desejo muito que a Zara pague por isso , mas torço pra que se regularize talvez assim possa voltar a compra lá (veja bem: se tudo se resolver). Foi citado o caso da Nike, errou, foi punida e fiquei sabendo (não sei se é verdade) que mudou sua conduta, se isso acontecer com a Zara vai ser muito bom.
    Mas no momento, sem chances de me ver por lá.
    Bjos
    Janine

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  25. Oi queridas,
    Muito obrigada pelos comentários!!!
    Não poderia deixar de manifestar minha opinião sobre o assunto.
    beijos,

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Olá,

O GM não modera os comentários, este é um espaço livre para você expressar sua opinião.
Mesmo que eu não consiga responder os comentários imediatamente, leio todos eles assim que chegam no meu e-mail e ADORO saber a opinião de vocês e respondo assim que possível.
Se alguém tiver uma dúvida ou pergunta mais específica, por favor, mande por e-mail para: shirley@garotasmodernas.com que eu respondo com mais rapidez.
Obrigada pela compreensão e pelo comentário!

beijos!

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