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  • Iguatemi Florianópolis recebe a terceira etapa do Circuito Caixa Track&Field Run Series Etapa catarinense terá percursos de 5 km e 10 km

    Imagem: Iguatemi Florianópolis

    No domingo, 27, o Iguatemi Florianópolis vai receber a terceira etapa da corrida de rua mais charmosa da cidade, o Circuito Caixa Track&Field Run Series. Com expectativa de mais de 1,1 mil participantes, a competição terá largada às 7h no shopping.

    A etapa conta com percursos de 5 km e 10 km e a inscrição na prova dá direito a um kit exclusivo da grife Track&Field, que contém uma sacola do evento, uma camiseta Thermodry® e um par de meias performance. Este kit deve ser retirado entre quinta (24/9) e sábado (26/9) na Track&Field do Iguatemi Florianópolis durante o horário de funcionamento da loja. Os cinco primeiros colocados das categorias Geral Masculino e Feminino da corrida ganharão premiação em troféu e uma camiseta exclusiva desenhada especialmente para os atletas de pódio.

    As inscrições serão encerradas na quarta-feira da semana da prova (23/9) ou até o limite técnico previsto para o evento. As inscrições têm um valor de R$ 99,90 e podem ser realizadas no site www.tfrunseries.com.br ou na loja Track&Field do Iguatemi Florianópolis.

    O Circuito Caixa Track&Field Run Series preza pelo conforto e pela comodidade dos atletas, que além de terem uma estrutura de atendimento adequada, poderão estacionar seus carros gratuitamente no próprio Iguatemi. O percurso praticamente plano oferece aos atletas uma experiência incomum, passando por paisagens incríveis, como a Beira Mar Norte.

    O Circuito Caixa Track&Field Run Series inspirou muitos participantes a estrearem nas corridas de rua. Muitos deles se tornaram adeptos de um estilo de vida saudável, participando de várias etapas do circuito com destaque em tempo de prova e classificação geral. A Track&Field vem apoiando os consumidores há 27 anos na prática esportiva em geral, estando presente nos principais momentos de conquista e superação: “O esporte inspira o estilo de vida dos nossos clientes, por isso desenvolvemos todas as coleções aliando tecnologia, conforto, design e sofisticação. Acreditamos que o estilo e a atitude do consumidor, são reforçados pelo que ele veste, pela marca que o acompanha. Essa é a nossa maior inspiração”, refere a marca.

    O Circuito Caixa Track&Field Run Series é realizado pela Track&Field e Associação Brasileira de Esportes Endurance. O evento tem patrocínio máster da Caixa Econômica Federal e Governo Federal, patrocínio do Iguatemi Florianópolis, Mundo Verde e Nutrella, co-patrocínio Amni e Dorflex e apoio Gatorade, SportPass e Gomes da Costa.

    Serviço
    O quê: Circuito Caixa Track&Field Run Series
    Quando: 27 de setembro, às 7h
    Onde: Shopping Iguatemi
    Avenida Madre Benvenuta, 687 - Santa Mônica, Florianópolis
    Inscrições: www.tfrunseries.com.br ou na loja Track&Field do Iguatemi

    Novidades da Nike para turbinar sua corrida

    Imagem: Nike

    Eu não gosto de correr, mas tem um monte de amigas minhas que adoram, então esta novidade é pra elas!
    A Nike traz os tênis Nike Free 3.0 Flyknit, Nike Free 4.0 Flyknit  e Nike Free 5.0, criados especialmente para quem ama corrida, em três modelos que possibilitam escolher o nível de flexibilidade e distância do pé ao chão.
    Os 3 modelos tem sola em formato hexagonal, que oferece flexibilidade multidirecional, permitindo movimentos mais livres dos pés em todas as direções e a região do calcanhar possui formato anatômico, projetado para se deslocar conforme o pé atinge o solo. 
    Corra para escolher o seu!

    Corra, Grazi, corra: meus primeiros 10 km

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    Essa sou eu saindo da corrida: rosa, sorridente, cheia de
     adrenalina e feliz feito pinto no lixo.

    Antes de tudo, deixa eu me desculpar pela minha ausência na semana passada. Estava em processo de “mudança”, assim entre aspas porque não me mudei de verdade, mas passei os últimos três meses da vida divida entre minha casa em Floripa e apresentações de teatro em Curitiba.

    Semana passada foi o momento de dizer adeus pro clima temperamental, pra carne de onça, pras vinte e poucas pessoas com quem dividi minhas noites de quarta a domingo por muitas semanas e pro meu irmão mais novo que me empresta uma cama quentinha na capital paranaense. Adeus, não. Até breve. :)

    E foi também o momento em que eu tirei pra fazer a faxina de começo de ano na minha casa abandonada desde dezembro. Sabe aquela semana em que a gente joga muita coisa fora, descongela geladeira, arruma guarda-roupa, prega prateleira e chama o moço pra arrumar os interruptores? Bem essa.

    Enfim, sem mais delongas: estou aqui para contar como foi minha primeira experiência numa prova de corrida de 10 km. Como eu já contei em posts anteriores, meu plano master na vida é correr uma maratona. Queria correr em novembro deste ano, não vou. Tive uma conversa séria com meu treinador de corrida que me explicou que o processo de treinamento para se correr 42 km (sim, QUARENTAEDOIS!) é lento e puxado e que é muito importante se respeitar o limite do corpo. Ele me disse “você tem que pensar que vai correr para o resto da vida, não adianta forçar agora e se machucar e ficar um tempão parada”. Achei sensato e aceitei com a promessa de que existem grandes chances de estar pronta pro serviço no final de 2015.

    Como eu funciono com metas e objetivos concretos, estabeleci que de tempos em tempos tenho que participar de uma prova em uma categoria acima, subindo um degrauzinho. Comecei com 5, agora tô chegando nos 10, depois vem os 15, os 21 da meia maratona até o dia maravilhoso em que me tornarei uma maratonista! (Suspiros)

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    Muito forte e poderosa tentando não sair correndo antes da hora 
    por motivo de emoção.

    Três semanas me separaram da prova de 5 km para a de 10. Apesar de ter treinado direitinho e seguindo à ricas a planilha do meu treinador (adoro falar “meu treinador” me acho muito atelta!), cheguei ao dia do evento sem ter nunca na vida corrido 10 km. Meu treino máximo tinha sido de 8. Sou aventureira, sou brasileira, não desisto nunca e parti pra corrida com uma energia invejável. Tipo criança esperando Papai Noel, dando pulinhos e gritinhos enquanto aquecia.

    Como eu era da turma dos que correm mais quilômetros, me mandaram largar na frente, com a galera “profissa” e assim nem me dei conta do quão rápido fiz meu primeiro quilômetro até o Nike Running dizer que tinha sido em apenas 5 minutos (minha média num dia bom é 6:10). Tava tão animada com os corredores de verdade que fui indo na cola deles. Fui madura e segurei a onda pra aguentar até o final, corri a metade da prova bem, na minha média de 6 minutos cada km e fui morrendo no decorrer do período.

    Fiquei a segunda parte toda na ala da terceira idade, o que foi uma delícia. Corri com os tiozinhos atletas, gente de condicionamento bom e coração gentil: sempre incentivando os colegas que começavam a cansar. Arrumei um parceiro que ficou até o final comigo, ele me passava, eu corria pra alcansá-lo. Ele cansava, eu passava, ele corria pra vir comigo. Assim fomos até que após uma hora e dois minutos cruzei a linha de chegada.

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    Esses borrões sou eu passando com a minha equipe da terceira idade.

    Quando vi que faltava um km pro fim corri como se não houvesse amanhã e chorei, jacu que sou, mas tive que parar porque era ou chorar ou respirar e preferi me manter viva para comemorar a vitória. Nunca me senti tão maravilhosa quanto naquele momento. Senti que não havia no mundo alguém mais incrível que eu. Senti o quão super eu sou, o quanto posso chegar onde quiser, o quanto sou dona da minha história, do meu caminho e das minhas vitórias. Eu. Só eu. Essa coisa linda.

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    Cheguei. Chorei. Morri.

    Analisando a corrida com o meu treinador descobri que usei intuitivamente uma técnica dos corredores mais experientes, que eles chama de curva em U. Basicamente é o seguinte: você larga num ritmo forte, faz um tempo bem baixo nos primeiros km, vai desacelerando lá pelo quinto e depois vai recuperando o ritmo até terminar correndo bastante como na primeira volta. Isso faz com que você atinja um tempo melhor na prova e consiga administrar a energia até o final, pra não chegar se arrastando.

    Quer dizer: além de tudo, sou profissional no coração.

    Se quiserem ler um pouco mais sobre as estratégias de prova, tem um resuminho aqui no site da assessoria de corrida.

    Beijo, até semana que vem.

    Corrida: Mountain Do Lagoa da Conceição e um depoimento de uma corredora iniciante

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    Faz apenas três meses que resolvi me juntar ao marido e começar a correr. Quer dizer, para uma sedentária convicta, comecei caminhando lentamente e evoluindo até hoje, onde já participei de uma prova de 5km. Pra quem corre há tempos parece pouco, mas pra quem não conseguia correr 500m, sem achar que estava tendo um ataque cardíaco, é muito, é demais! Tudo isso com ajuda profissional da Assessoria Esportiva Floripa Runners, onde estou me achando novamente dentro de um esporte, que não praticava há uns 10 anos. Lá encontrei mais que assistência profissional para começar a me mexer: fiz amigos, aprendi a socializar (rs), ganhei e ganho muito, mas muito apoio e enxerguei a corrida como algo muito maior que “apenas um esporte”.

    Esses dias eu estava lendo no instagram da Debs (uma blogueira “de corrida”) onde ela questionava o porquê que você corre e fiquei pensando. Ela disse que era muito importante saber, senão logo você desistiria (assim como quase tudo na vida, né?). E a minha resposta estava na ponta da língua. Eu só comecei por causa de uma frase dita pelo nosso treinador Fabiano Braun: “Mari, aposto que em 2, 3 meses de treinos sua enxaqueca vai diminuir muito ou até sumir”. Quem tem enxaqueca sabe que a gente simplesmente pára de viver pra “curtir” a maldita e que, muitas vezes, nenhum remédio dá conta. É deitar num quarto escuro e ficar esperando horas torturantes pra passar, pro corpo resolver livrar-se dela. E esse foi meu primeiro e maior objetivo.

    E morria a cada treino, achava que ia desmaiar, chegava a passar mal – e olha que vocês estão lendo palavras de alguém que é uma preguiçosa nata e não se esforça muito não e não compra aqueles papos de “ultrapassar limites, dar tudo de si, etc”. Mas sim, cada dia eu ultrapasso um limite, um pequeninho, mas ultrapasso. Não me mato, não. Não quero vencer, nem ganhar troféus. Não quero ser melhor que ninguém, só uma versão melhor de mim mesma, aos poucos, sem pressa. Porque o que eu mais queria eu consegui: minhas crises de enxaquecas são raras hoje em dia e, quando corro, e tô lá morrendo, levando 200kg em cada perna acostumada a ficar paradinha, eu penso: é meia horinha agora pra dezenas de horas sem dor, de vida plena, pra fazer o que eu quiser sem depender de chiliques do meu corpo. Claro que isso funcionou pra mim, pode não funcionar pra você. E no começo eu já morria no primeiro quilometro. Agora vou de boa até os dois. Começo a morrer no meio do três. Então até os dois eu vou curtindo minha música, a paisagem, pensando na vida. Quem sabe um dia consiga curtir distâncias cada vez maiores!

    E se fizer uma listinha, em segundo lugar vem a “aparência”, que acho que é o número um da maioria das pessoas. Emagrecer, fortalecer, se sentir mais bonita. Quem não quer se sentir assim? E subir um lance de escada sem ofegar? E brincar com os cachorros sem morrer nos primeiros 10 minutos? E o marido todo orgulhoso cada quilometro a mais que você consegue (mesmo que ele vá correr duas maratonas no Praias & Trilhas nesse fim de semana)? E a turma de amigos que não deixa de tomar um cervejinha e ir na pizzaria, mas que também te incentiva com dicas saudáveis e outros esportes e práticas complementares? E o nosso Whatsapp do grupo de corrida sempre bombando, com todos falando do seu treino do dia, se está bem ou mal, sempre dando suporte um pro outro e também bobagens alheias?

    E neste final de semana fui acompanhar a equipe toda do Floripa Runners no Mountain Do, como técnica (rs) da equipe #FR13 (octeto feminino) e fotógrafa de todos. Veja o vídeo e fotos que fiz abaixo e entenda um pouco do que eu quero dizer:



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    No maior estilo Glee, minha equipe linda #FR13

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    Eu e Vitor / Sempre tem um dog no meu caminho!

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    Indo “buscar” a Mari Ribeiro nos últimos km de areia fofa, vento contra e ondas. Arrasou, amiga!

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    Não corri oficialmente, mas ganhei 8 medalhas! ♥

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    “Corre mais quem corre junto!”
    Floripa Runners